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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/11/2013 15:46

Gaeco vai investigar ligação entre morte de delegado e jogo do bicho

Edivaldo Bitencourt
Preso por suspeita de matar delegado teria ligação com jogo do bicho (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)Preso por suspeita de matar delegado teria ligação com jogo do bicho (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Aluizio Pereira dos Santos, acatou pedido do MPE (Ministério Público Estadual) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) vai reforçar a investigação do assassinato do delegado aposentado e professor universitário Paulo Magalhães Araújo, ocorrido no dia 25 de junho deste ano. O crime pode ter ligação com o jogo do bicho.

A instituição reforça a linha de investigação que resultou na prisão de dois suspeitos, o guarda municipal José Moreira Freires, 40 anos, e do segurança Antônio Benites Cristaldo, 37. Um terceiro suspeito foi assassinado com requintes de crueldade e teve as mãos e pés amputados.

Conforme o magistrado, a denúncia indica que o homicídio foi executado por pistoleiros contratados por terceiros. “Trata-se de um crime de homicídio, cuja investigação está sendo complexa por natureza, a começar pelas diligências realizadas e ainda pendentes a âmbito policial, bem como número de testemunhas arroladas pelas partes”, sustenta.

Para Santos, há mais de quatro pessoas envolvidas no assassinato do delegado aposentado. Este é o número mínimo exigido para permitir a atuação de dois promotores no júri popular.

E cita a suposta ligação do crime com o jogo do bicho como a principal causa para reforçar as investigações. “Testemunhas disseram que os acusados trabalharam nesta atividade por muitos anos, desse modo, mostra-se evidente o ingresso do Gaeco no seu dever de agir”, ressaltou o juiz.

O Gaeco passa a ter a missão de descobrir se o crime organizado está envolvido com a morte do delegado, incluindo-se a participação na investigação da Polícia para descobrir os mandantes do assassinato.

Os acusados foram contra o ingresso do Gaeco, porque fere o princípio do promotor natural. Eles destacaram ainda que a concessão implicaria “em excesso de acusação”, porque o nomral é a atuação de um promotor.

 



O JUIZ AMARELOOOOOOOOOOOOOOOOOU SERA QUE TEM JUIZ MANDANTE DE ASSASSINATOS NO MATO GROSSO DO SUL... SE TIVER ESTES JUIZ VAI AMARELAAAAAAAAAAAAAAAR ( ASSI5 CHICO SPIA ESSE NÃO AMARELA F.A.S. DEPOIS FALA ... BRASIL SEM FRONTEIRA CABA NÃO MUNDÃO, CABA SIM QUE É BOM????????????????????????????????????????????????????????????
 
francisco de assis da silva em 10/12/2013 15:45:13
Será que o MP vai até o fim disso? Tomara que esta investigação acabe com "os grandes" de mais esta vergonha que é o crime organizado em nosso estado.
 
Claudemir Rodrigues em 27/11/2013 20:26:00
É o que pensam.... acho mais fácil o crime estar ligado com a polêmica gravação no presídio federal....
 
Janaína Santos em 27/11/2013 19:53:51
Tão chegando perto, é esperar para ver se o mandante cai mesmo, pois se for quem todos pensam que é, vai ser difícil pega-lo.
 
nelson silva em 27/11/2013 17:20:38
Piada, a polícia já sabe quem matou e quem mandou matar, porém, tem gente grande, mas muito GRANDE mesmo por traz disso tudo, até mesmo os próprios policiais correm risco de vida. Não é sábio cutucar onça com vara curta. Se eu fosse esses dois acusados pedia pra ficar preso!!! rsrsrs
 
lucas Rogero Ribeiro em 27/11/2013 16:29:30
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