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Campo Grande, Sábado, 18 de Agosto de 2018

30/08/2016 16:20

“Ele só pediu para tirar o carro da rua”, diz viúva de jovem morto por PM

Anny Malagolini
Patrícia ao lado de João Victor, de 21 anos; jovem foi morto com um tiro no peito (Foto: Arquivo pessoal/Facebook)Patrícia ao lado de João Victor, de 21 anos; jovem foi morto com um tiro no peito (Foto: Arquivo pessoal/Facebook)

Patrícia Arruda Luz, viúva de João Victor Gomes Rosa, 21 anos - morto a tiros no domingo, (28), pelo sargento da Polícia Militar Carlos Alberto Rocha, 52, em Rio Verde, a 200 km de Campo Grande - conversou com o Campo Grande News nesta terça-feira (30) e apresentou sua versão sobre o crime. A mulher denuncia espera de três horas pelo resgate e ainda menciona a filha, de dois anos: “ela diz que o policial arrancou o coração do pai”.

A viúva, de 19 anos, detalhou que estava sentada na praça com a filha quando o crime ocorreu, e que tudo aconteceu por causa de um carro mal estacionado. Ela lembra que marido estava tentando estacionar seu veículo próximo à família, mas, segundo a viúva, havia uma Saveiro preta parada no meio da rua, prejudicando o trânsito do local.

O esposo então teria caminhado até o outro veículo e abaixado até a janela, para pedir que o motorista o retirasse do meio da rua. “Tem como você tirar o carro, fazendo favor?”. 

Depois do pedido, segundo ela, restou pouco tempo de vida ao marido. “Ele já atirou de dentro do carro, e atingiu o peito”, contou.

Patrícia negou que o marido tivesse iniciado uma discussão com o polícia, e afirmou que Carlos Alberto disparou sem nenhum motivo. “Ele só perguntou se tinha como tirar o carro da rua pra ele entrar ali, se tinha como”, reforçou.

Após os disparos, ela disse lembrar que o marido deu alguns passos e caiu com a mão no coração, a cena foi presenciada por amigos e pela filha de dois anos. Ela também contou que o policial ainda ficou no local por alguns instantes, mas logo fugiu do local. “Ele acabou com uma família”, lamentou.

E também relatou que a demora pelo socorro, foi uma mostra do descaso com o crime. “A polícia demorou mais de um hora, e a ambulância só chegou quando a Pax chegou, depois de três horas”.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul informou que o autor dos disparos se apresentrou na delegacia da cidade, horas após o crime. Ele está detido no Presídio Militar na Capital. O corpo de João Victor foi enterrado na manhã desta terça-feira, em Rio Verde.

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o que adianta o estado pedir exame psicotecnico pro cara integrar na pm se esse exame nao prova nada! concordo q o policial tem q estar sempre alerta e eu faria quase a mesma coisa mas deixaria mirada para um ponto de parada menos letal e atiraria em extrema precisão se realmente houvesse ameaça! ai cabe alguns agravantes inclusive saber se o pm estava bebado ou sob efeito de intorpecente! caso atirou a bel prazer deveria ir para justiça comum e juri popular! não ha mais espaço pra policia despreparada fragil mentalmente!
 
Magnum357 em 30/08/2016 17:06:01
Gente a matéria está muito mal redigida. Estão faltando palavras que dificultam o entendimento do texto. Não deixem publicar textos assim tão ruins de entender, principalmente o início da redação.
 
claudia em 30/08/2016 16:49:24
Gente a matéria tá muito mal redigida. Por favor corrijam. Tem muitos erros ortográficos que fazem as frases perderem o sentido e fica até difícil entender o início da matéria
 
claudia granja macedo mota em 30/08/2016 16:47:40
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