Armazém desaba e espalha toneladas de grãos em cooperativa de São Gabriel
Estrutura de armazém da Cooperoeste cedeu nesta quinta-feira; empresa informou que não houve feridos graves
Uma estrutura de armazenamento de grãos rompeu na tarde desta quinta-feira (20) em uma unidade da Cooperoeste (Cooperativa de Agronegócios de São Gabriel do Oeste), localizada às margens da BR-163, no km 611,5, em São Gabriel do Oeste, a 137 quilômetros de Campo Grande.
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Um silo da Cooperoeste rompeu na tarde desta quinta-feira (20) em São Gabriel do Oeste, a 137 km de Campo Grande, às margens da BR-163. A estrutura cedeu e grande quantidade de grãos se espalhou pela área externa. A cooperativa informou que não houve feridos com gravidade e que avaliações serão feitas para identificar as causas. O produto armazenado e os motivos do acidente ainda não foram esclarecidos oficialmente.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que praticamente toda a estrutura do silo cedeu. Com o rompimento, uma grande quantidade de grãos que estava armazenada acabou espalhada pela área externa da unidade. Paredes e parte da estrutura ficaram destruídas.
Até o momento, não foi informado oficialmente qual produto estava armazenado no silo. Pelas imagens divulgadas, também não é possível identificar se os grãos eram de soja ou milho.
Em nota de esclarecimento, a Cooperoeste informou que o acidente ocorreu em um dos armazéns graneleiros da cooperativa e provocou danos significativos à estrutura. Apesar da dimensão do rompimento, a empresa afirmou que não houve feridos com gravidade.
Segundo a cooperativa, a prioridade neste momento é garantir a segurança do local e realizar as avaliações necessárias para identificar as causas do acidente. A empresa também informou que pretende tomar todas as providências cabíveis após a análise da ocorrência.
“Bens materiais podem ser reconstruídos. O mais importante é que vidas foram preservadas”, destacou a Cooperoeste na nota.
A unidade atingida está instalada às margens da BR-163, uma das principais rodovias de ligação e escoamento da produção agrícola de Mato Grosso do Sul. A ocorrência, no entanto, não teve, até o momento, causas oficialmente esclarecidas.

