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Campo Grande, Quinta-feira, 23 de Março de 2017

12/09/2014 17:42

Concessionária alerta DNIT sobre ameaça de caminhoneiros de parar BR-262

Priscilla Peres e Caroline Maldonado
Acidente aconteceu no dia 26 de agosto, quando um barco bateu na ponte. (Foto: Diário Online)Acidente aconteceu no dia 26 de agosto, quando um barco bateu na ponte. (Foto: Diário Online)

A concessionária Porto Morrinho, responsável pela administração da ponte da BR-262 sob o rio Paraguai, solicitou o apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal) para ajudar a manter "a ordem pública e livre trânsito de veículos". A medida ocorre por que motoristas de caminhões que passam pelo local ameaçaram entrar em greve.

A ponte está com o trânsito parcialmente restrito desde o dia 26 de agosto, quando um barco empurrador causou estragos na parte submersa da ponte, localizada na região de Porto Morrinho, em Corumbá - distante 419 km de Campo Grande. Hoje, o governo federal reconheceu a situação de emergência em Corumbá e Ladário devido ao acidente.

De acordo com o ofício feito pela concessionária, a vistoria determinou a restrição do tráfego na ponte para carretas com mais de 6 eixos e peso total de 45 toneladas. Nesses casos o condutor precisa desmembrar a carreta e passar uma parte de cada vez, sendo que na segunda ida, não será cobrado pedágio.

O tráfego de bitrem carregado está proibido. A concessionária acredita que as condições para passagem na ponte permaneça até o fim deste ano.

A PRF que atua no posto policial da região afirma que os motoristas reclamam sobre o retorno da normalidade do tráfego, mas não houve nenhuma reclamação formal ou ameaça de manifestação, até o momento. "Não podemos dizer quando terminam as restrições porque não temos essa informação. Só sabemos que os técnicos farão outra vistoria para ver a parte que está abaixo da água e temos que esperar".

Emergência - A portaria, assinada pelo secretário nacional da Defesa Civil, Adriano Pereira Júnior, foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. As prefeituras de Corumbá, Ladário e o governo do Estado já haviam decretado a situação de emergência.

De acordo com o prefeito de Corumbá, Paulo Duarte (PT), a expectativa é que venham recursos para a reconstrução de um dolfin, estrutura de proteção. A obra deve custar R$ 4 milhões.




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