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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

29/08/2016 10:47

DJ e outros amigos de policial morto são liberados após depoimento

Três mulheres e dois homens, entre eles o DJ Diogo Bacchi, saíram da sede da Polícia Nacional em Pedro Juan por volta de 20h de ontem

Helio de Freitas, de Dourados
Diogo Bacchi em foto feita ontem em cadeia de Pedro Juan (Foto: Leo Veras)Diogo Bacchi em foto feita ontem em cadeia de Pedro Juan (Foto: Leo Veras)

Diogo Luiz de Paula, 33, conhecido como DJ Diogo Bacchi, um dos mais requisitados na noite de Campo Grande, e os outros quatro amigos do policial militar Douglas Danilo Vitória Duarte, 34, executado a tiros de pistola 9 milímetros na noite de sábado (27) em Pedro Juan Caballero, foram liberados ontem à noite pela polícia do Paraguai.

De acordo com autoridades paraguaias, Diogo Bacchi, Alan Jorge da Silva, 38, a empresária Alexandra da Silva Souza, 30, Adriele Alves Escarbelo, 23, e a namorada de Diogo, a estudante Sarah Gonçalves de Souza, 21, foram detidos após a morte do policial para prestarem depoimento.

Entre a tarde e a noite de ontem, eles foram ouvidos pelo promotor de Justiça Balta David Martinez e em seguida liberados, por volta de 20h.

O Campo Grande News apurou nesta segunda-feira que a versão de todos foi a de que estavam em Pedro Juan Caballero para a inauguração da casa noturna Ibiza e que o policial foi para a fronteira em seu próprio carro, um Hyundai i30, que estava estacionado em frente ao hotel, no local onde Douglas foi executado.

Oficialmente, a polícia paraguaia não comenta a hipótese de que o alvo dos tiros seria o DJ e que Douglas teria sido morto por engano, mas na fronteira os comentários são de que os pistoleiros queriam mesmo era matar Diogo Bacchi, que anima festas na Valley Tai, casa noturna mais sofisticada da Capital.

Uma das linhas de investigação é de que Douglas foi à cidade como segurança de Diogo Bacchi. A polícia investiga suposta ameaça de morte contra o DJ, por motivo passional.

O crime – Douglas, que era fisioterapeuta na Policlínica da Polícia Militar, estava hospedado no Hotel Divisa. Por volta de meia-noite, quando desceu para pegar um perfume no carro, estacionado em frente ao hotel, ele foi morto por pistoleiros que estariam em uma Fiat Strada. Eles dispararam 14 vezes e cinco tiros atingiram o policial.



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