Dupla é condenada por matar homem a tiros e abandonar corpo em rodovia
Cadáver de André Brasil de Oliveira, 42 anos, foi encontrado às margens da BR-267 em março de 2024
Dieizon Santos de Oliveira, Wesley Olial de Oliveira e Solange da Silva Martins sentaram no banco dos réus do Tribunal do Júri de Nova Andradina, a 298 quilômetros de Campo Grande, nesta terça-feira (7), para serem julgados pelo assassinato de André Brasil de Oliveira. O crime aconteceu em março de 2024, no distrito de Nova Casa Verde.
RESUMO
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Três réus foram julgados pelo Tribunal do Júri de Nova Andradina pelo assassinato de André Brasil de Oliveira, ocorrido em março de 2024. Wesley foi condenado a 8 anos e dois meses de prisão por homicídio e ocultação de cadáver, enquanto Dieizon recebeu pena de 6 anos e seis meses por homicídio e fraude processual. Solange foi absolvida por falta de provas. A sentença foi assinada pelo juiz Juliano Luiz Pereira.
O Conselho de Sentença entendeu não existir provas suficientes contra Solange, e a mulher acabou sendo absolvida. Já Wesley foi condenado a 8 anos e dois meses de prisão em regime fechado, sendo sete anos e dois meses por homicídio simples e mais um ano pela ocultação do cadáver.
Dieizon foi sentenciado a seis anos e seis meses de prisão em regime semiaberto por homicídio simples e fraude processual. Ele foi autorizado a recorrer em liberdade, mas vai permanecer preso por conta de dois mandados em aberto.
Assassinato – Conforme denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o crime aconteceu por volta das 17h do dia 16 de março de 2024, em um estabelecimento comercial, perto da Agrovila. A vítima foi executada a tiros após ser surpreendida pelos autores.
Wesley então colocou o corpo de André no porta-malas de um veículo e o abandonou às margens da BR-267. Ainda segundo o MP, Dieizon limpou os vestígios do local. O cadáver foi encontrado dois dias depois, e então os autores foram presos.
Na fase inicial das investigações, Wesley chegou a confessar o crime. Solange ficou em silêncio durante o depoimento, e Dieizon assumiu ter limpado os vestígios de sangue. A sentença é assinada pelo juiz Juliano Luiz Pereira.
(*) Com informações Jornal da Nova.
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