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Interior

Em nota, Educação alega que ameaça de massacre em escola foi “trote”

Interrompidas de manhã após pânico entre pais e alunos, aulas foram retomadas no período da tarde

Por Helio de Freitas, de Dourados | 22/10/2021 15:48
Guarda ao lado de pais de alunos no portão da Escola Presidente Vargas, hoje cedo (Foto: Adilson Domingos)
Guarda ao lado de pais de alunos no portão da Escola Presidente Vargas, hoje cedo (Foto: Adilson Domingos)

A Secretaria Estadual de Educação informou que foi “trote” a ameaça de massacre na Escola Estadual Presidente Vargas, em Dourados (a 233 km de Campo Grande), nesta sexta-feira (22). Após mensagem sobre o suposto ataque viralizar em grupos do aplicativo WhatsApp, as aulas foram suspensas no período da manhã.

Em nota “nota de esclarecimento” divulgada nesta tarde, a Educação informou ter chegado à conclusão sobre o trote com base no resultado da apuração feita por guardas municipais e policiais militares após o boato e espalhar em grupos do aplicativo de conversa.

“O fato não resultou na suspensão das atividades que seguem ocorrendo normalmente”, afirma a Secretaria Estadual de Educação. Através da Coordenadoria Regional de Educação de Dourados, a Pasta lamentou o ocorrido e diz acompanhar os desdobramentos “visando sempre a segurança dos nossos estudantes”.

Escola pública mais tradicional de Dourados, a Presidente Vargas foi inaugurada em 1951 e atualmente atende alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Fica na Rua Oliveira Marques, onde antigamente existia o Calçadão da Nelson de Araújo.

Massacre - A mensagem começou a circular ainda de madrugada e causou desespero entre os alunos. Em minutos a suposta ameaça chegou ao conhecimento dos pais. Muitos correram para o portão da escola.

A Guarda Municipal e a Polícia Militar foram chamadas. Diante do clima de tensão, a direção dispensou os alunos e as aulas foram encerradas antes do intervalo.

A mensagem em tom de alerta dizia que um aluno teria visto a ameaça de massacre escrita na parede, mas cita que poderia se tratar de “brincadeira de mal gosto”. Assim como as fake news que se tornaram corriqueiras nos últimos anos, a mensagem não cita o nome da escola, nem mesmo a cidade onde o suposto massacre iria acontecer.

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