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Interior

Mensagem sobre massacre viraliza entre alunos e causa pânico em escola

Alvo seria Escola Presidente Vargas, em Dourados, mas polícia suspeita de “brincadeira”

Por Helio de Freitas, de Dourados | 22/10/2021 09:34
Movimento no portão da Escola Presidente Vargas; trote falava em massacre. (Foto: Adilson Domingos)
Movimento no portão da Escola Presidente Vargas; trote falava em massacre. (Foto: Adilson Domingos)

Mensagem que circulou em grupos do aplicativo WhatsApp sobre suposto massacre causou pânico na manhã desta sexta-feira (22), na Escola Estadual Presidente Vargas, localizada no centro de Dourados, a 233 km de Campo Grande.

A mensagem tem claros sinais de se tratar de “fake news”, pois não cita o nome da escola, nem mesmo a cidade onde ocorreria o suposto massacre, mas foi suficiente para causar desespero entre os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio.

Em minutos, a suposta ameaça viralizou entre os alunos e chegou ao conhecimento dos pais. Muitos correram para o portão da escola, localizada na Rua Oliveira Marques, região norte da cidade.

A Guarda Municipal e a Polícia Militar foram chamadas e mandaram equipes para o local. Diante do clima de tensão, a direção decidiu dispensar os alunos e as aulas foram encerradas antes do intervalo. A principal suspeita, no entanto, é que se trata de trote.

A mensagem em tom de alerta dizia que um aluno teria visto a ameaça de massacre escrita em uma parede, mas cita que poderia se tratar de “brincadeira de mal gosto”. Assim como as fake news, que se tornaram corriqueiras nos últimos anos, a mensagem não cita o nome da escola, nem mesmo a cidade onde o suposto massacre iria acontecer.

Mensagem sobre suposto massacre começou a circular de madrugada. (Foto: Reprodução)
Mensagem sobre suposto massacre começou a circular de madrugada. (Foto: Reprodução)

Em 2019, outro boato sobre suposto massacre na Escola Presidente Vargas causou desespero após a mãe de aluno ouvir notícia em uma emissora de rádio da cidade sobre ataque que tinha ocorrido em São Paulo, em março daquele ano.

Acreditando ter ouvido que o caso foi em Dourados, ela ligou para a Presidente Vargas em desespero. Em minutos, o boato se espalhou e provocou correria até o portão da escola. A direção da Presidente Vargas ainda não se manifestou sobre o episódio de hoje. Policiais militares e guardas continuam na escola.

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