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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

05/10/2016 09:19

Gaeco faz operação em Bela Vista e cumpre mandados na casa de político

Helio de Freitas, de Dourados
Viatura do Gaeco em Bela Vista nesta manhã (Foto: Jatobá News)Viatura do Gaeco em Bela Vista nesta manhã (Foto: Jatobá News)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) faz operação nesta quarta-feira (5) em Bela Vista, a 322 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai. A assessoria do MPE (Ministério Público Estadual) confirma a operação, mas ainda não divulgou detalhes das buscas.

O Campo Grande News apurou que as equipes do Gaeco estão na residência do vereador Antonio Flávio Barbosa Cabral (PHS), o Pato, na casa do cunhado dele, Pedro Avaré, e na empresa de Pato, a Belurp, que presta serviços de transporte escolar e construção no município de Porto Murtinho.

Pato foi candidato a vice-prefeito na chapa que teve Guto Zacarias (PMDB) como candidato a prefeito eleição deste ano. O eleito em Bela Vista foi o vereador Reinaldo Piti (PSDB).

Condenado – Na semana passada, Pato foi condenado por improbidade administrativa pelo juiz Vinicius Pedrosa Santos, de Bela Vista, por contratação de empréstimos consignados por pessoas não ocupantes de cargos efetivos na Câmara de Vereadores daquela cidade.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, para fazer os empréstimos houve falsificação de holerites em nome de funcionários inexistentes. O ex-secretário-geral da Câmara, Fátimo Trindade Mendes, também foi condenado.

Com a sentença, Pato e a Fátimo Mendes tiveram os direitos políticos suspensos por cinco anos e foram condenados à perda das funções públicas eventualmente ainda ocupadas por eles, proibição de contratarem com o poder público ou receber incentivos fiscais por três anos, além de terem de pagar multa de cem vezes o valor das remunerações recebidas na época dos atos.

De acordo com a ação civil pública, Pato era presidente da Câmara de Vereadores em março de 2007 quando firmou convênio com o Banco Morada para possibilitar aos servidores efetivos, aposentados e pensionistas da Casa a contratação de empréstimos consignados mediante desconto em folha de pagamento. Entretanto, nove envolvidos jamais foram servidores no Legislativo municipal.

Todos os empréstimos tiveram valores altos, a maioria acima de 15 mil reais, e foram incluídos na folha de pagamentos os nove servidores inexistentes.

 

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