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Interior

Mais um município de Mato Grosso do Sul cancela festa de Carnaval em 2022

A Capital já cancelou o evento, ainda no final do ano passado, assim como outras cidades sul-mato-grossenses

Por Guilherme Correia | 28/01/2022 07:39
Vista aérea de Naviraí, a 359 quilômetros de Campo Grande, que não deverá ter Carnaval neste ano. (Foto: Divulgação)
Vista aérea de Naviraí, a 359 quilômetros de Campo Grande, que não deverá ter Carnaval neste ano. (Foto: Divulgação)

Naviraí, município distante 359 quilômetros de Campo Grande, é mais uma cidade de Mato Grosso do Sul que não deverá ter festa de Carnaval em fevereiro deste ano. Nas redes sociais, a prefeita Rhaiza Matos (PSDB) anunciou a medida nesta quinta-feira (27), mas que ainda não foi publicada em Diário Oficial.

O cancelamento das festividades, de acordo com Matos, se deu a partir de recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e de autoridades locais de Saúde. "A medida visa evitar aglomerações e disseminação do novo coronavírus [....] a pandemia ainda não acabou! Se cuidem", diz a publicação.

O Executivo municipal também reforçou que moradores e turistas continuem a utilizar máscaras adequadas e álcool a 70%, além de praticar distanciamento social.

Restrições - Conforme noticiado ontem pelo Campo Grande News, o Estado já tem, ao menos, 21 municípios que decretaram novamente medidas restritivas para conter a nova onda da pandemia de covid-19 e a epidemia de gripe.

A Capital já cancelou o Carnaval de 2022, ainda no final do ano passado, assim como Bataguassu, Três Lagoas, Corumbá, Aquidauana e Porto Murtinho, por exemplo, também o fizeram. Em alguns casos, estuda-se adiar para meados de abril.

Conforme boletim epidemiológico de Naviraí, ao menos 157 infecções foram registradas em 24 horas, na cidade que possui cerca de 56,4 mil habitantes. Desde o início da pandemia, foram 11,7 mil casos e 258 mortes registradas na cidade.

Mato Grosso do Sul, como um todo, tem registrado cerca de 2,1 mil casos e oito mortes pela doença, diariamente. A média de infecções é a maior em todo o período pandêmico, mas a taxa de óbitos segue, até o momento, em patamar inferior, muito em função da vacinação.

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