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Campo Grande, Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018

08/11/2018 20:54

Morta a facadas perdeu o marido há 3 anos e passou 4 meses na cadeira de rodas

O velório deve ocorrer ainda hoje em Anastácio na Igreja Avivamento Bíblico

Adriano Fernandes
Ana Paula tentou fugir e pedir socorro, mas morreu no meio da rua. (Foto: O Pantaneiro) Ana Paula tentou fugir e pedir socorro, mas morreu no meio da rua. (Foto: O Pantaneiro)

Morta nesta quinta-feira (08) com uma facada no pescoço em Anastácio – cidade a 135 quilômetros de Campo Grande -, Ana Paula Ortiz Azevedo, de 31 anos, ficou viúva há 3 anos, depois de sofrer um acidente de moto com o marido em Ponta Porã.

À época, a mulher ainda ficou internada por 33 dias, e depois passou mais quatro meses em uma cadeira de rodas. Ana Paula, que era conhecida como Paulinha foi morta hoje na Rua Projetada 5, no bairro Jardim Tarumã, em Anastácio, durante uma discussão por causa de dinheiro com uma vizinha, quando uma jovem interferiu com a facada.

O corpo foi encaminhado ao IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) de Campo Grande, para ser submetido a exame de médico legista. Mas o velório deve ocorrer ainda hoje na cidade, na Igreja Avivamento Bíblico, na Rua 27 de Julho, 2.556, na Vila Humbelina. A previsão é de que o sepultamento ocorra amanhã às 9 horas, no cemitério municipal de Anastácio.

Crime - Conforme informações do site O Pantaneiro, por volta das 9h20, Paulinha teria pedido 50 reais para um conhecido para comprar bebidas alcoólicas, ele se negou e ela ficou com raiva resmungando pela rua, momento em que a vizinha a chamou de “drogada e bêbada”.

A vítima então entrou na varanda da mulher, que não foi identificada para agredi-la, momento em que outra vizinha, apontada como uma jovem de 18 anos, a golpeou do lado esquerdo do pescoço com uma faca. Ana Paula saiu cambaleando da casa e caiu na rua. Depois do golpe, a suspeita fugiu do local, mas foi pega pela polícia uma rua abaixo do local e encaminhada à delegacia do município.

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas Paulinha não resistiu e morreu antes de receber atendimento. Moradores contaram à polícia, que ela mora no bairro Aldeinha, mas que sempre está na região bebendo com os amigos.



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