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Interior

Mulher tenta entrar com dinamite no maior presídio do Paraguai

Polícia acredita que explosivo em gel seria usado para fuga em massa em Tacumbú

Por Helio de Freitas, de Dourados | 19/10/2020 14:09
Policiais reforçaram segurança em frente à penitenciária de Asunción (Foto: Última Hora)
Policiais reforçaram segurança em frente à penitenciária de Asunción (Foto: Última Hora)

Policiais e militares paraguaios reforçaram nesta segunda-feira (19) a segurança na Penitenciária Nacional de Tacumbú, na capital Asunción, após uma mulher de 22 anos ser presa após entrar no local com uma banana de dinamite.

O explosivo em gel seria usado em plano de fuga em massa da cadeia que abriga presos ligados à facção brasileira PCC (Primeiro Comando da Capital) e ao Clã Rotela, grupo local que luta com a quadrilha brasileira pelo controle dos presídios paraguaios.

De acordo com o Ministério Público do Paraguai, o explosivo estava em um pacote com papel higiênico, farinha e azeite levado por Bianca Elizabeth Urunaga ao preso identificado como Carlos Duarte.

Em entrevista coletiva, a ministra da Justiça do Paraguai Cecília Pérez Rivas, disse que o preso se negou a receber a encomenda. Segundo ela, Duarte não faz parte de nenhuma facção criminosa.

A ministra informou que a mulher presa é filha de um funcionário do presídio e teria recebido ajuda para facilitar o acesso à penitenciária com o explosivo. Já Bianca alegou que outra pessoa, à qual não alegou não conhecer, lhe repassou o pacote para ser entregue ao preso.

Cecília Pérez Rivas disse que o explosivo era em quantidade suficiente para derrubar paredes e provocar uma fuga em massa. Bianca foi presa e levada para prestar depoimento.

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