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Interior

Operação binacional já destruiu 511 toneladas de maconha na fronteira

A 34ª edição da Nova Aliança começou há uma semana e envolve agentes paraguaios e brasileiros

Helio de Freitas, de Dourados | 05/09/2022 10:38
Pé de maconha em estágio de floração e ao fundo agentes fazendo corte da erva (Foto: Divulgação)
Pé de maconha em estágio de floração e ao fundo agentes fazendo corte da erva (Foto: Divulgação)

Iniciada há uma semana, a 34ª edição da Operação Nova Aliança já destruiu o equivalente a 511 toneladas de maconha na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul. Concentrado em áreas de mata do departamento (equivalente a Estado) de Amambay, o trabalho é coordenado pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) e tem apoio de policiais federais brasileiros.

Segundo a agência paraguaia, até agora foram eliminados 162 hectares de roças de maconha e desmontados 74 acampamentos usados pelos traficantes para processar a droga. Cada hectare rende em média três toneladas da erva pronta para o consumo. A Senad estimou em 15 milhões de dólares o prejuízo causado até agora às facções que agem na linha internacional.

As ações mais recentes ocorreram em centros de produção nas colônias Cerro 21, Rosalina, Piray e Cadete Boquerón nos arredores de Capitán Bado – cidade paraguaia vizinha de Coronel Sapucaia (MS). As roças são localizadas no meio da mata em sobrevoos de helicópteros da PF e da Força Aérea do Paraguai.

Além das lavouras em fase de desenvolvimento, que produziriam 486 mil quilos da erva pronta para o consumo, a operação encontrou e incinerou 23,3 toneladas da droga picada e duas toneladas já dividida em tabletes. A Senad informou que a operação vai continuar pelos próximos dias.

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