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Interior

PMs investigados por tráfico e agiotagem vão responder a processo administrativo

Gaeco apura participação de militares lotados em Ribas no desvio de drogas apreendidas e sociedade com crime

Por Silvia Frias | 28/05/2026 11:36
PMs investigados por tráfico e agiotagem vão responder a processo administrativo
Dinheiro e armamento apreendido durante a Operação Janus (Foto/Divulgação)

A PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) informou que os policiais militares presos na Operação Janus serão afastados das funções e que já foram instaurados procedimentos administrativos internos para apurar a suspeita de participação no tráfico de drogas em Ribas do Rio Pardo e esquema de agiotagem.

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Policiais militares da 13ª Companhia Independente de Ribas do Rio Pardo foram presos na Operação Janus, deflagrada pelo Gaeco com apoio do Ministério Público de Mato Grosso do Sul. Os PMs são suspeitos de tráfico de drogas e agiotagem. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão após 14 meses de investigação. A PMMS informou que os envolvidos serão afastados e encaminhados ao Presídio Militar Estadual.

Em nota, a PM informou que os militares presos serão conduzidos ao Presídio Militar Estadual.

A manifestação foi divulgada após policiais militares da 13ª Companhia Independente da Polícia Militar de Ribas do Rio Pardo serem presos em operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). Foram cumpridos 4 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. Não foi divulgado quantos PMs foram detidos na operação.

A investigação, segundo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), durou 14 meses.

Conforme apurado na operação, os policiais investigados são suspeitos de fornecer drogas desviadas de apreensões em flagrante, permitir a comercialização dos entorpecentes e usar violência contra adversários dos traficantes com quem manteriam ligação. A apuração também aponta que parte dos militares atuava na prática de agiotagem e cobrança de dívidas de terceiros mediante ameaças.

Em nota, a PMMS informou que, por meio da Corregedoria-Geral e de policiais militares que atuam junto ao Gaeco e participaram das investigações, acompanha o processo e colabora com o Ministério Público.

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