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Campo Grande, Terça-feira, 15 de Outubro de 2019

01/10/2018 11:37

Prefeitura avalia R$ 400 mil de prejuízo com estragos da chuva

Estimativa é do secretário de obras, gestão urbana e habitação de Bandeirantes

Izabela Sanchez
Telhado de escola foi arrancado com a força do vento (Marina Pacheco)Telhado de escola foi arrancado com a força do vento (Marina Pacheco)

Os prejuízos financeiros dos estragos causados pela chuva que atingiu a cidade de Bandeirantes, a 70 km de Campo Grande, na última quinta-feira (27), podem alcançar R$ 400 mil. A estimativa é do secretário de obras gestão urbana e habitação da cidade, Marcos Antônio Rodrigues.

Nesta segunda-feira (1), a Prefeitura está reunida com a Defesa Civil Estadual para formalizar um pedido oficial de ajuda que deve ser levado até Brasília. Além do governo federal, conforme o secretário, o governo do Estado também deve contribuir.

Os prejuízos atingiram cerca de 200 famílias, segundo o prefeito Álvaro Urt (DEM). Ele afirma que os recursos devem auxiliar na substituição dos telhados das casas. A Escola Estadual, conforme o prefeito, já está em obras. “A gente está dando todo o apoio, distribuindo cestas básicas, para minimizar o trauma”, comentou.

O temporal com ventos de 100 quilômetros por hora atingiu 150 famílias, arrancou cerca de 100 árvores, deixou 10 feridos e destelhou pelo menos três prédios públicos entre eles o hospital de Bandeirantes.

A Defesa Civil do Estado acompanha as atividades na cidade, segundo o coordenador, Coronel Fábio Santos Coelho Catarineli. “Nós fizemos um atendimento na sexta-feira, acompanhamento técnico para orientar o município de como fazer essa ação. A gente continua essa semana acompanhando”, explica.

Segundo o coordenador, a Defesa Civil aguarda levantamento final dos estragos realizado pela Prefeitura. “O município está complementando as informações, tem casos afetados que ainda são avaliados pela engenharia local”, comenta.

Além de Bandeirantes, no dia 24 vendaval causou estragos em Caarapó e Naviraí, que foram acompanhados pela defesa civil. Segundo o coordenador, ainda assim, as Prefeituras não solicitaram ajuda oficial.

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