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Campo Grande, Domingo, 25 de Junho de 2017

26/02/2014 12:39

Professor de História da UFMS é encontrado morto dentro de casa

Bruno Chaves
Professor trabalhava no Campus da UFMS de Nova Andradina (Foto: Reprodução/Mídias Sociais)Professor trabalhava no Campus da UFMS de Nova Andradina (Foto: Reprodução/Mídias Sociais)

Um professor de História da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) foi encontrado morto na casa em que morava na Rua Sete de Setembro, em Nova Andradina – a 300 quilômetros de Campo Grande. Ézio Luis Rocha Bittencourt, 47 anos, foi achado pela empregada doméstica por volta das 11h de ontem (25).

A funcionária do professor estranhou o fato de ele não estar acordado e decidiu ir ao quarto verificar. Conforme o site Nova News, ao chegar ao cômodo, a mulher se deparou com o patrão deitado e sem vida. Ela trabalha no local uma vez por semana e na segunda-feira (24) foi ao imóvel, mas voltou por não ser atendida.

A Polícia Militar e o Núcleo de Perícias da Polícia Civil foram acionados e constataram o óbito. O corpo do professor estava sem sinais aparentes de violência. Após investigações, a polícia acredita que pelo menos duas pessoas estiveram com o professor antes de ele morrer.

Impressões digitais diferentes das dele foram encontradas no quarto. A suspeita é de que Ézio tenha morrido na noite do sábado (22), data em que ele teria sido visto pela última vez quando estava em companhia de uma amiga caminhando. O ar-condicionado do quarto, que estava ligado, teria preservado o corpo da vítima.

No cômodo ainda foram encontrados vestígios de substância análoga a cocaína e preservativos usados. A polícia trabalha com várias linhas de investigações, entre elas morte natural, morte violenta e overdose.

Da casa da vítima foram subtraídos alguns objetos como um molho com chaves, um porta-joias, uma arma de fogo e uma bolsa.

Ainda conforme o Nova News, o enterro do professor ocorrerá no Rio Grande do Sul, onde a família dele mora. Ézio dava aulas no Campus da UFMS de Nova Andradina e morava sozinho na cidade. O caso foi registrado como morte a esclarecer.




Deveriam publicar mais sobre o trabalho desse professor, pois ele deveria ser importante na formação de muitos novos educadores, e não sobre sua vida privada, camisinhas usadas, ou é realmente importante saber se a pessoa usa camisinha ou não?
Como sempre, matéria imparcial que busca ibope em tópicos fúteis.

Descanse em paz!
 
Adriano Arguelho em 26/02/2014 15:11:28
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