Suspeito fez mulher refém para encontrar e executar homem em Sidrolândia
Identificado apenas como "Morcego", atirador fugiu e abandonou camisa preta no quintal de uma casa vizinha
Um atirador fez uma mulher de 28 anos refém na manhã deste sábado (19), no Bairro Jatobá, em Sidrolândia, a 71 quilômetros de Campo Grande. Com um revólver encostado nas costelas, ela foi obrigada a levar o criminoso até a residência de Douglas Amorim Lopes, de 36 anos, conhecido como "Douglinhas", morto a tiros através da janela do imóvel logo em seguida.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Um homem de 36 anos, identificado como Douglas Amorim Lopes, o "Douglinhas", foi assassinado a tiros na manhã de sábado (19) no bairro Jatobá, em Sidrolândia. O atirador usou uma mulher como refém para localizar a vítima, que foi morta através da janela de sua residência. O suspeito fugiu e é descrito como branco, magro, com olhos verdes e tatuagens. A polícia investiga possível ligação com disputas entre facções criminosas.
De acordo com o boletim de ocorrência, a testemunha caminhava pela Rua 29 de Julho quando foi surpreendida pelo suspeito. O homem, armado com um revólver cromado, exigiu que ela indicasse a casa de "Douglinhas". Sob ameaça, a moradora acompanhou o autor até o endereço. Chegando ao local, o atirador localizou a vítima por uma janela.
- Leia Também
- Homem é executado a tiros em Sidrolândia e suspeita é de disputa entre facções
- Morto pelo Choque se passou por policial para executar homem em Sidrolândia
O homem reconheceu o atirador e chegou a gritar "não Morcego, não Morcego". O atirador então disse “Eu falei pra você que ia acontecer isto” e atirou na vítima. Outras duas mulheres que estavam na residência relataram à polícia ter ouvido apenas os tiros. A equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada.
Douglas morreu antes do socorro chegar. O atirador fugiu, mas deixou a camisa preta que vestia no quintal de uma casa vizinha. A peça foi apreendida pela perícia. Segundo a descrição repassada à polícia, o autor é um homem branco, magro, de estatura mediana, com olhos verdes e tatuagens pelo corpo, que usava short verde e boné.
A vítima possuía diversas passagens pela polícia, e o caso é investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, que apura a possível ligação da execução com as recentes disputas entre facções criminosas na cidade. O corpo foi removido por uma empresa funerária após os levantamentos da Polícia Científica.


