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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

02/12/2010 09:52

Jamil Name ataca pai de Diego e afirma que foi vítima de calote

Marta Ferreira

Empresário, que trava disputa judicial com empresa do jogador, diz que pai de Diego não "tem moral" para fazer críticas

O empresário Jamil Name, que trava briga judicial após fazer negócios com empresa do qual Diego seria sócio.O empresário Jamil Name, que trava briga judicial após fazer negócios com empresa do qual Diego seria sócio.

A briga judicial que envolve os negócios do jogador Diego com o empresário Jamil Name e o filho dele, Jamil Name Filho, ganhou hoje mais um capítulo. Em resposta às duas páginas de informe publicitário divulgadas ontem com a assinatura do pai do jogador, Djair Silvério da Cunha, reclamando de decisão da Justiça de Mato Grosso do Sul favorável aos Name, o empresário publicou nota hoje, no jornal Correio do Estado, em que devolve, em tom duro, as críticas negativas do pai do esportista.

A disputa judicial é por causa de negócios de compra e venda de terras e de gado, além de parceria para a criação de bois. Name, no texto publicado hoje, diz que só foi à Justiça porque levou “calote” da empresa da qual Diego é sócio, a Trilpc.

“Foi provado, na ação que ajuizei, que fui vítima de calote orquestrado pelo ´´Pai do Diego´´, por intermédio da empresa Trilpc, controlada pelas ´´irmãs de Diego´´, sendo certo que o nome do jogador não aparece em nenhum documento oficial”, afirma Name.

Ele parte, também, para o campo pessoal, dizendo que o pai do jogador não é “a pessoa mais indicada para atacar a honra e a moral de ninguém muito menos a Justiça de Mato Grosso do Sul”, citando que Djair Cunha já esteve preso por duas vezes, uma por dupla tentativa de homicídio e outra como depositário infiel.

A prisão por tentativa de homicídio foi em 2007, quando Djair se envolveu em uma confusão no trânsito. Ele foi acusado de jogar o veículo propositadamente sobre uma moto.

Sobre as suspeitas jogadas por Djair sobre as decisões da Justiça de Mato Grosso do Sul favoráveis aos Name, o empresário diz que já sofreu várias derrotas judiciais e que “ordem judicial não se discute, cumpre-se”.

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