Condenado por matar mulher a facadas, homem é preso 10 anos depois
Foragido da Justiça, idoso foi localizado em Bonito; crime aconteceu em 2016 e chocou o município
Dez anos depois de matar a companheira a facadas no Centro de Caracol, cidade a 384 quilômetros de Campo Grande, o autor do crime foi recapturado na manhã desta terça-feira (4). Ramão Sorrilha, de 65 anos, foi localizado em Bonito. Ele estava foragido da Justiça após condenação definitiva de oito anos e oito meses de prisão por feminicídio.
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Homem condenado por feminicídio em Caracol (MS) foi preso em Bonito após dez anos do crime. Ramão Sorrilha, de 65 anos, havia sido sentenciado a oito anos e oito meses de prisão pela morte de Maria Tereza Vera da Cruz, sua companheira. O crime ocorreu em fevereiro de 2016, quando Ramão atacou Maria com um facão durante uma discussão. Após matar a companheira, ele tentou suicídio, mas foi impedido pela polícia. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Regional de Aquidauana, com apoio das Delegacias de Polícia Civil de Bonito e de Guia Lopes da Laguna. Após ser localizado, o homem foi abordado e preso pelas equipes policiais. Em seguida, foi encaminhado à unidade policial para as providências legais e permanece à disposição da Justiça para cumprimento da pena.
Crime - O caso ocorreu na tarde de 23 de fevereiro de 2016, na Rua Baldomero Coenga, no Centro de Caracol. À época com 55 anos, Ramão Sorrilha foi preso em flagrante depois de matar Maria Tereza Vera da Cruz, de 54 anos, durante uma briga do casal.
Quando a Polícia Militar chegou ao local, encontrou Maria caída no chão, com diversos ferimentos pelo corpo. Ramão estava com uma faca nas mãos e tentava tirar a própria vida, golpeando o próprio pescoço. Os militares conseguiram desarmá-lo e impedir o ato.
Em relato aos policiais, o homem afirmou que a mulher teria se armado primeiro e começado a golpeá-lo. Disse ainda que não se recordava de detalhes do crime nem do que teria motivado a agressão.
Maria foi socorrida, mas, devido à gravidade dos ferimentos, morreu ao dar entrada no hospital. Ramão também foi levado para atendimento médico, ficou internado sob escolta policial e sobreviveu.
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