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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/11/2012 08:16

Julgamento do goleiro Bruno, pela morte de Eliza, entra no segundo dia

Júri popular teve início na segunda-feira. Houve confusão e advogado deixou plenário

Nadyenka Castro
Bruno está preso e, na época do crime, era capitão do Flamengo.Bruno está preso e, na época do crime, era capitão do Flamengo.

Está no segundo dia o julgamento do goleiro Bruno Fernandes, acusado de sequestro, cárcere privado, assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio. Ela, que morou em Mato Grosso do Sul, era amante do jogador de futebol à época e desde o dia 10 de junho de 2010 não foi mais vista.

O júri popular é realizado no Fórum de Contagem, área metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe de Eliza, Sônia de Fátima Moura, que mora no distrito de Anhanduí, Campo Grande, acompanha a audiência em sala separada do plenário.

O primeiro dia do julgamento foi marcado por confusão. Ércio Quaresma e os outros defensores do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que também é acusado de envolvimento no crime, deixaram o plenário criticando a "falta de imparcialidade" dos trabalhos.

Os advogados de Bola resolveram abandonar o julgamento. Como o ex-policial recusou um defensor público, a juíza concedeu um prazo de 10 dias para que ele contrate novos advogados. Com isso, ele será levado a júri em outra data.

Além de Bruno, também são julgados Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Bola, acusado do assassinato e ocultação de cadáver da jovem; a ex-mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo, processada pelo sequestro e cárcere privado do bebê que Eliza teve com o jogador; e outra ex-namorada do atleta, Fernanda Gomes de Castro, acusada do sequestro e cárcere privado da criança e da mãe.

 



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