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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

11/04/2017 11:56

Ministério bloqueia R$ 52 mil em fraude do seguro-desemprego em MS

Em todo o País foram mais de 21.399 pedidos bloqueados

Elci Holsback

Operação do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) bloqueou R$ 52,8 mil em pedidos fraudados de seguro-desemprego em Mato Grosso do Sul.

A investigação aconteceu nos 26 estados do País e Mato Grosso do Sul consta em penúltimo lugar na lista de fraudes, com 11 pedidos. Rondônia figura em último, com 8 pedidos de seguro-desemprego fraudados e São Paulo lidera o ranking, com 5.257 solicitações. No total, a operação flagrou 21.399 pedidos irregulares no País.

De acordo com o MTE, o sistema antifraude começou a operar em dezembro e tem os dados atualizados diariamente. a tecnologia permite acompanhar todo o processo entre o pedido do benefício e o pagamento feito pela Caixa. A plataforma vai permitir uma economia estimada em até R$ 1,25 bilhão aos cofres públicos em 2017.

 "Além de poupar recursos dos contribuintes, o combate às fraudes assegura que o benefício seja pago a quem realmente precisa, que é o trabalhador que perdeu o emprego", afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

A base para o rastreamento é o CPF do trabalhador, o que também ajudará a reduzir problemas de duplicidade de matrícula no Programa de Inclusão Social (PIS). "A ferramenta fará integração com todas as bases de dados do Ministério do Trabalho, Receita Federal, Caixa Econômica Federal, entre outras. Isso vai proporcionar mais precisão e qualidade das informações, possibilitando maior agilidade no combate a esse tipo de crime", explica Nogueira.

O ministro lembra que as fraudes provocam a perda de recursos destinados a trabalhadores demitidos, que dependem do seguro-desemprego até voltarem ao mercado de trabalho. O seguro-desemprego existe desde 1986 e nunca houve uma operação como esta antes, segundo o MPT. O investimento no sistema antifraude foi de R$ 72 milhões.

Facilidade de acesso - Ainda segundo o MTE, a nova ferramenta irá possibilitar que, a partir de 2018, o trabalhador demitido sem justa causa tenha acesso ao seguro-desemprego sem precisar comparecer às agências do Ministério do Trabalho.

O empregador informará a demissão sem justa causa por meio do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que passará a ser diário.

A partir daí, a ferramenta analisará se esse empregado preenche os requisitos do seguro-desemprego. Em caso positivo, o trabalhador receberá informações via SMS, email e telefone sobre o andamento do processo de acesso ao benefício, até o momento do saque.

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