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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

24/04/2011 08:59

Ministério lança dia 6 de maio nova campanha de desarmamento

Fabiano Arruda

O Ministério da Justiça lança, no dia 6 de maio, nova campanha nacional de desarmamento. Uma das novidades desta edição é a inutilização da arma já no ato da entrega e a ampliação dos postos de recolhimento.

Posteriormente, elas serão encaminhadas à Polícia Federal para o descarte total, que poderá ser feito por meio da queima em fornos industriais de alta temperatura.

Segundo informações do Ministério da Justiça, quem entregar as armas não precisará fornecer dados pessoais e receberá, na hora, um protocolo para sacar a indenização em uma agência do Banco do Brasil.

Os valores da indenização podem variar de R$ 100 a R$ 300, de acordo com o tipo da arma. Outra novidade é a garantia do anonimato a quem se dispuser a entregar sua arma de fogo, já que não são exigidos dados pessoais nem para a indenização.

Ainda conforme informações do Ministério, a campanha estava prevista para junho, mas foi antecipada após a tragédia na escola do Realengo, do Rio de Janeiro. A pasta deve investir R$ 10 milhões em ações para o recolhimento das armas e pagamento de indenizações.

Nas duas campanhas anteriores foram recolhidas cerca de 550 mil armas, número que o Ministério e as instituições parceiras esperam superar neste ano.



Sinceramente vocês acreditam que os marginais entregarão as suas armas?
Brasil, mostra a sua cara!!!
 
Lucas Serrou Queiroz Botelho em 24/04/2011 11:36:55
Também o caso de cadastrarem igrejas e outros locais para recebimento destas armas.
Será que teremos agentes suficientes? Já se reclama da falta de efetivo policial, e vão mobilizar (acho que o termo mais correto seria "imobilizar) mais alguns para ficarem de plantão nos postos de entrega?
E finalmente, porque tanto dinheiro investido e alarde se a contraparte não é oferecida? Porque não reabriam um novo recadastramento para armas irregulares? Tem muito cidadão de bem que deixou de recadastrar a sua temendo confisco ou nem ficou sabendo, já que a propaganda para isso foi infinitamente menor e mais modesta que aquela enaltecendo a entrega.
Desarmar o cidadão de bem não é a solução para a violência e isto fica claro nos números do próprio Ministério da Justiça: Estados com menos armas são mais violentos.
É pura politicagem e demagogia em cima duma tragédia causada por uma mente doente.
Só para lembrar, o mentor da coisa (José Sarney) tem registradas em seu nome 6 armas, sem contar a de seus capan... ops, seguranças.
 
Rodrigo Medeiros em 24/04/2011 11:04:00
Essa "estória" de entrega anônima é lenda. Será que quem entregar uma arma nessas condição vai ganhar um "vale-brinde ao portador" para descontar no banco?
E no caso de ser parado em uma blitz no trajeto, casa - posto de coleta? É só dizer que estava indo entregar e tudo estará resolvido. Muito bom para bandidos uma coisa dessa.
Parou numa barreira policial é só tirar a munição da arma (já que a coleta também será para munições) e dizer que estava indo entregar para a campanha.
Ilegal, totalmente ilegal. É só ler o estatuto do desarmamento (lei 10286) onde está bem claro ser necessária uma guia de transporte para tal finalidade. Um agente da lei que acompanhar o recebimento de arma em tal condição tem a obrigação de dar voz de prisão à pessoa que assim estiver procedendo ou estará prevaricando!
 
Rodrigo Medeiros em 24/04/2011 10:56:06
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