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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

24/11/2011 10:02

Ministro diz que acordo para garantir terra aos guarani-kaiowá está próximo

Marta Ferreira

Secretário-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse que situação em MS é a que mais preocupa o Governo hoje

Força Nacional de Segurança vai permanecer em acampamento. (Foto: João Garrigó)Força Nacional de Segurança vai permanecer em acampamento. (Foto: João Garrigó)

O Governo Federal trata como “questão de honra” a solução dos problemas enfrentados pelas comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul, afirmou hoje, em material divulgado pela Agência Brasil, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Na definição de Carvalho, a situação no Estado é a mais importante hoje, por causa da “incidência de violência e morte acentuada”.

“Está próximo [o fechamento de] um acordo com o Governo do Estado para que a gente consiga ter uma área delimitada para os Guarani-Kaiowá. É uma preocupação, um compromisso”, garantiu Carvalho.

O Estado está no centro do notícia nos últimos dias, após o desaparecimento de um dos líderes espirituais do acampamento Guaiviry, Nisio Gomes, na sexta-feira passada. Nisio, segundo a comunidade, foi levado por pistoleiros que invadiram o acampamento, em uma fazenda de Aral Moreira em estudo para identificação como terra indígena.

Ao comentar a situação no Estado, ministro também, ainda, a situação de perdas de criança. “Nos ofende profundamente”, afirmou.

“Estamos fazendo todo o esforço”, afirmou o ministro sobre a resolução do situação.

Nesta semana, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu mudança no decreto o decreto que trata da demarcação de terras indígenas. Para ele, a legislação precisa mudar para garantir o cumprimento da Constituição. Assim que estiver pronto, o novo texto será encaminhado à presidenta Dilma Rousseff.

Ontem, uma comissão da Secretaria dos Direitos Humanos, ligada à Presidência da República, visitou o acampamento Guaiviry e anunciou que a Força Nacional de Segurança ficará no local para proteger a comunidade. Dois índios testemunhas do ataque foram colocados sob proteção da Polícia Federal.

Segundo Carvalho, um grupo de trabalho dedicado especificamente à questão indígena foi constituído. Segundo o ministro, a Funai (Fundação Nacional do Índio) e o Governo Estadual participam do grupo.

No domingo, uma nova comitiva, chefiada pelo secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Paulo Maltos, visita o acampamento.

No próximo dia 28, um comitê gestor será instalado na cidade de Dourados. De acordo com o ministro Gilberto Carvalho, o governo federal vai divulgar uma série de políticas públicas para os cerca de 44 mil índios da região.



Primeiro, ja passou da hora de demarcar terras indígenas em MS.
Segundo, a população indígena cresceu, contrariando a idéia de extinção, e precisa ser acomodas em grandes áreas.
Terceiro, os donos de terras na fronteira não podem viver no sobressaldo de que da noite par o dia suas área sejam invadidas pelos indígena.
Quarto, esta é uma ação do Estado brasileiro, a omissão resultará sempre em...
 
Joaquim Ferreira Filho em 24/11/2011 11:08:14
joaquim ferreira filho e luiz carlos


é isso ai mesmo! todos nos sabemos,so basta o governo "fazer",tao simples,compre as terras q os indios querem (deixa de fazer o estadio do corinthias,q é o governo q paga) e fica indio feliz e produtor satisfeito!! pronto......
 
roberto perez em 24/11/2011 10:12:03
O Pantanal é preservado por causa dos índios cavaleiros que aqui viviam. Estão desestruturados sim, alguns bebem, nem todos, não podemos generalizar para justificar os assassinos.Os índios sabem que as terras pertencem a eles, é só estudar a Guerra do Paraguai, mas a ganância dos fazendeiros, criadores de gados que só pensam em si, em obter seus lucros, mandam matar quem estiver atrapalhando.
 
Neuci Augusta Fonseca em 24/11/2011 08:00:00
Pois entao penso eu. Como eles vao caçar se nao ha mais matas, como vao pescar se nao ha mais peixes em nossos rios degradados??? Logo podemos chegar a conclusao de terra nao seria a unica saida, mas sim uma politica seria de saude, educação e ressocialização, ou entao logo serao mais e mais indios e produtores sofrendo. Essa é minha idéia. FALEI!!!!
 
Luiz Carlos em 24/11/2011 03:56:26
Em primeiro Lugar, terra nao é o saida para estes conflitos. Convivo com indios de uma aldeia que tem suficiente para abrigar uma vila muito grande de pessoas, mas ao invés deles caçarem, plantarem, cultivarem suas raizes. Não, se preocupam tao somente em beber pinga, matar gado das propriedades, fazer filhos, pois recebem uma boa quantia do governo por cada filho colocado no mundo da miseria.
 
Luiz Carlos em 24/11/2011 03:53:55
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