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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

12/08/2009 15:40

Moradores reclamam de área usada como depósito no Tijuca

Redação

Moradores do Jardim Tijuca II, em Campo Grande, reclamam da utilização de uma área desativada no bairro, entre as ruas Nhambiquara, Dantas Barreto, Apetubas e a avenida Marechal Deodoro, que é utilizada como depósito de materiais como areia, pedra e terra, usadas na pavimentação asfáltica da região.

Segundo quem vive no bairro, o local começou a receber terra há cerca de dois anos, quando tiveram início as obras de asfalto. Mesmo um ano após a conclusão, o local continua a servir de depósito.

O argumento de quem mora nas proximidades é que há outros terrenos que podem ser usados dessa forma, muito mais próximos da área onde é feito o asfalto.

"Já terminou a obra aqui, não é justo a gente continuar sendo prejudicado", reclama a dona-de-casa Jussara Gomes, de 49 anos.

Moradora das proximidades há dez anos, ela diz que o local já ficou perigoso e acha injusta a utilização de uma área privilegiada como depósito de terra.

"Nós continuamos com o mesmo problema de antes de asfaltar aqui. Quando venta, a casa tem que ficar toda fechada", acrescenta.

"Você não pode nem ficar com a janela aberta porque enche tudo de terra", reclama o morador Robson Luiz Medina Carvalho, de 30 anos

Ele mora em frente à área e reclama que 'tudo vive cheio de terra' por conta da carga e descarga feita pelos caminhões no local.

Além da terra, ele conta que o acúmulo de entulhos tem atraído mais lixo, despejados pela população.

A dona-de-casa Vânia dois Santos Moura, de 32 anos, mora há cinco na rua Nhambiquara e diz que a situação em que o local se encontra tem trazido transtornos. "Fica tudo cheio de terra", afirma.

Vânia conta que ligou para a Prefeitura pedindo explicações e foi informada de que o problema da área é de responsabilidade da empreiteira que tem feito o asfalto.

Comércio - O transtorno provocado pela área tem prejudicado o comércio da região.

Proprietário de uma oficina de motos, Paulo Henrique Souza Araújo, de 20 anos, diz que a poeira incomoda os clientes de seu estabelecimento. "Eles não podem nem ficar sentados aqui na frente", conta.

Para o gerente de uma loja de embalagens, Edival Francisco Tavares, de 45 anos, o depósito de terra trouxe prejuízo. "Eu tive que contratar mais um funcionário só para ficar na limpeza, porque você acaba de arrumar os produtos e já está tudo sujo de novo", diz. Além disso, a limpeza no local foi reforçada durante a semana.

O gerente conta que logo que terminaram as obras de pavimentação asfáltica, ele pintou o prédio. Como a área continua cheia de montes de terra, ele diz que a pintura já está praticamente comprometida.

"E é complicado o cliente vir buscar embalagens e já encontrarem o produto sujo", reclama.

Além disso, o Edival afirma que a área é inadequada para essa utilização, porque fica próxima ao Hospital Regional e a um terminal de ônibus. "

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