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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Agosto de 2018

07/06/2010 17:12

Morte de comerciante em assalto faz 1 mês, sem culpados

Redação

Para uma família de Campo Grande, a data de hoje pode ser resumida em uma palavra: impunidade. Desde o dia 7 de maio, os familiares do comerciante Valdemir João da Cruz, de 59 anos, conhecido como "Maninho", aguardam que seja preso o homem que o matou.

O crime ocorreu durante um assalto ao supermercado do qual era dono, localizado na Vila Nhanhá, no mesmo terreno onde fica a casa da família de Valdemir.

O andar das investigações, porém, mostra que a justiça ainda deve demorar. Dois jovens chegaram a ser presos como suspeitos do crime, mas foram liberados e não fizeram nem exame residuográfico para a presença de pólvora.

Hoje, o latrocínio figura na categoria dos que não têm autor identificado. O inquérito também ficou praticamente parado por dez dias, devido a uma confusão no registro do boletim de ocorrências, que fez o caso ir parar na delegacia errada.

O delegado responsável pela investigação, André Luiz Novelli, da Derf (Delegacia Especializada de Roubtos e Furtos), justifica como principal dificuldade na investigação o fato de as testemunhas do assassinato - um funcionário de "Maninho" e a esposa dele - não conseguirem reconhecer os bandidos.

Indagado sobre as provas periciais do local onde Valdemir , que poderiam ajudar na apuração, o delegado afirmou que "nem sempre sobram vestígios" nos locais de crimes do tipo e que, quando sobram, eles são insuficientes para apontar um culpado com segurança.

Moto roubada - Há uma pista que a Polícia Civil está seguindo, mas sem avanços. Trata-se da moto que os bandidos abandonaram no local do crime.

A apuração mostrou que ela foi roubada, mas a investigação que pode chegar aos ladrões corre em outra delegacia, na Defurv (Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos). "

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