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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

03/03/2009 16:44

Morte na família Zeolla pode ser esclarecida até amanhã

Redação

Em entrevista coletiva à imprensa na tarde de hoje, ficou claro que o repasse de informações sobre a investigação envolvendo o procurador de Justiça, Carlos Alberto Zeolla, será bem mais escasso que em casos do dia-a-dia relatados pelos policiais.

O relações públicas da Polícia Civil, delegado Jeferson Nereu Luppi, pouco revelou sobre o caso durante a conversa com os jornalistas. A entrevista já começou com ele dizendo que não responderia nenhuma pergunta que atrapalhasse o trabalho e também alegando que "seria leviano responder qualquer pergunta".

A única declaração nova é que até amanhã o delegado responsável pela investigação pretende concluir as diligências em busca de provas sobre o assassinato de Cláudio Zeolla, de 23 anos, sobrinho do procurador.

Carlos Alberto ainda está na delegacia, junto com outros dois rapazes que foram presos na manhã de hoje. Enquanto isso, policiais continuam em apuração na rua.

O delegado diz que ainda é prematuro apontar se Carlos Alberto é culpado ou inocente. "Divulgar qualquer informação pode significar dano irreparável às investigações", justificou.

Segundo ele, todos os exames periciais foram feitos, mas o Instituto de Criminalística não fixou prazo para entregar os resultados.

Luppi fez questão de falar sobre imparcialidade, garantindo que o fato do crime envolver um procurador não altera qualquer procedimento da Polícia. "A Polícia Civil não protege ou incrimina ninguém", assegurou.

Quando questionado sobre o carro de Zeola ser do mesmo tipo e cor do descrito por testemunhas que presenciaram a execução, o delegado disse apenas que a perícia no veículo pode ou não produzir provas importantes.

O procurador foi encontrado na manhã de hoje na casa dele, no Bairro Monte Carlo. Os outros dois detidos seriam um funcionário e um menor de idade, que segundo outro adolescente que mora com Carlos Alberto é sobrinho dele.

O relações públicas também não confirmou se o procurador tem posse ou registro de arma de fogo.

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