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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

31/08/2010 18:17

MPE contesta decisão do TJ em arquivar Caso Motel

Redação

Na tarde desta terça-feira, o MPE (Ministério Público Estadual) divulgou nota sobre a decisão da 2ª Turma Criminal do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), referente ao arquivamento do Caso Motel, que apurava as circunstâncias das mortes do estudante Murilo Boarin Alcalde e da garota de programa Eliane Ortiz, ocorridas em junho de 2005.

Em julgamento realizado ontem, a 2ª Turma rejeitou a apelação do MPE e manteve a sentença da primeira instância que absolveu os quatro acusados do crime: Irio Vilmar Rodrigues, Ronaldo Vilas Boas Ferreira e os policiais militares Adriano de Araujo Mello e Getúlio Morelli.

Por unanimidade, os desembargadores que integram a turma consideram que toda a investigação feita se materializou em provas frágeis contra os supostos responsáveis pelos crimes.

De acordo com a nota, o MPE alega que aguarda intimação pessoal do acórdão julgado ontem, a fim de melhor analisar os fundamentos jurídicos que fizeram com que a 2ª Turma mantivesse a decisão que encerrou o processo sem admitir a acusação formal dos autores dos homicídios.

O relator do caso, desembargador Carlos Eduardo Contar, definiu a peça acusatória como "enormidade de inconsistências, provas precárias e insuficientes".

Depois de afirmar que este foi o maior voto já feito por ele, Contar repetiu as palavras do juiz que absolveu os réus, o hoje desembargador Júlio Roberto Siqueira: "Espero, sincera e pessoalmente, que as autoridades encarregadas da verdadeira função da investigação policial não se acomodem com esta decisão e a tenham como marco primeiro e inicial de uma nova linha de conduta que, sem exageros, ´longe dos holofotes´ e reconhecendo cada parte o trabalho da outra, possam, os homens de bem que compõem uma sociedade justa e fraterna, conseguir desvendar este duplo homicídio que serve como ´rôta bandeira´ do insucesso quanto a busca da verdadeira justiça".

Os outros desembargadores, Manoel Mendes Carli, e Claudionor Abss Duarte, acompanharam o voto.

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