Aos 89 anos, Roberto dá baile em muito novinho durante o Carnaval
Folião já participou de todas as edições do Bloco Cordão Valu no Carnaval
Aos 89 anos, seu Roberto dá um baile em muito novinho com disposição que sobra. Esbanjando animação, ele foi um dos foliões mais animados no primeiro dia do Bloco Cordão da Valu neste sábado (14), mostrando que idade é só detalhe quando o assunto é Carnaval.
RESUMO
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Roberto, um folião de 89 anos, destaca-se como um dos mais animados participantes do Bloco Cordão da Valu em Campo Grande. Frequentador assíduo do evento, ele relembra com nostalgia os antigos carnavais na Rua 14 de Julho e suas experiências na Marquês de Sapucaí, nos anos 1970. Praticante de pilates e adepto de uma vida saudável, Roberto mantém uma vitalidade impressionante. O solteiro assumido, que já desfilou em Campo Grande e Corumbá, garante que continuará aproveitando o carnaval enquanto tiver saúde, demonstrando que a idade não é impedimento para a folia.
Frequentador assíduo do bloco, Roberto garante que nunca perdeu uma edição. “Sempre venho. Aqui tem gente animada, simpática e o Valu criou um ambiente carnavalesco em Campo Grande”, afirma.
Com memória afiada, seu Roberto compara os carnavais de antigamente com os de hoje. Ele lembra com saudade do tempo em que os desfiles das escolas de samba aconteciam na Rua 14 de Julho, no Centro. “Ali é que fazia a muvuca. Era muito gostoso”, recorda.
Para ele, o Cordão mantém viva a essência do samba e da folia. “Aqui pelo menos na Valu é samba. O único lugar que tem samba”, comenta.
E disposição foi tanta que seo Roberto nem se importou de ir sozinho. Na mão, uma cerveja bem gelada ajudou a animar ainda mais o ‘rolê’. “Qualquer uma vale, contanto que esteja gelada”, brinca.
Com vitalidade que impressiona ele diz que sempre se cuidou. Já fez natação, academia e hoje mantém rotina regrada no pilates duas vezes por semana. “Eu entro meio cansado e saio leve. Tudo que o pessoal diz que tem eu não tenho. Papai do céu tem sido muito bom pra mim”, destaca.
O amor pelo carnaval atravessa décadas. Roberto já desfilou em Campo Grande e em Corumbá, cidade que define como “um mini Rio de Janeiro em matéria de carnaval”. Também viveu momentos na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, em meados dos anos 1970, acompanhando escolas tradicionais como Estação Primeira de Mangueira, Acadêmicos do Salgueiro e Unidos de Vila Isabel. “Era uma delícia. Sensacional”, resume.
Solteirão assumido, ele leva a vida com leveza e sempre disposto para o próximo Carnaval. “A expectativa sempre melhora e enquanto eu tiver saúde vou aproveitar”, finaliza.
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