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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/07/2008 14:04

Novo sistema é proposto para corrigir falhas na saúde

Redação

Grupo reunido na manhã de hoje, para discutir o colapso na saúde em Mato Grosso do Sul, admitiu falhas sérias no gerenciamento do setor, mas também aproveitou o espaço para apresentar medidas que são tomadas agora, na tentativa de reverter o quadro de superlotação, principalmente na Santa Casa.

Uma das saídas seria a implantação de um sistema estadual que integre todos os serviços de encaminhamento de pacientes em uma única central.

Todos concordaram que uma conquista fundamental deve ser a integração, já que hoje Samu, bombeiros, prefeituras e até políticos carimbam encaminhamentos sem qualquer critério aos hospitais de Campo Grande, admitiu o representante do Estado na reunião, o diretor-geral de Atenção estadual à Saúde, Antônio Lastória.

O encontro desta quarta-feira teve a participação de promotores do MPE (Ministério Público Estadual) Mauri Valentim Ricciotti e Sara Francisco Silva, do presidente do CRM (Conselho Regional de Medicina), Sérgio Renato de Almeida Couto e do secretário Municipal e Estadual de Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O projeto já funciona na região de Dourados, integrando 35 municípios e deve chegar em breve em Três Lagoas, onde no momento servidores são capacitados e depois na Capital.

A idéia é transformar esses três municípios em grandes pólos do sistema que vai unificar a regulação de todas as vagas.

A gestão será compartilhada entre os governos estadual e municipais e o controle fixado em Campo Grande.

O sistema segue o modelo federal do SUS de hierarquização.Para exemplificar a diferença, Antônio Lastória diz que hoje um paciente de Tacuru vem direto para Capital, mas no Sisreg antes do encaminhamento será consultada se existe vaga na cidade mais próxima, depois o pólo mais próximo, e só então, se não for atendido, o paciente será encaminhado a Capital.

Os planos são de implantação total até o final do ano.

Outro assunto discutido hoje foi a necessidade de repactuação entre os hospitais do Estado, na prática o que significa divisão de tarefas. Hoje a Santa Casa atende na urgência desde casos de neurologia, até ortopedia, passando pela cardiologia.

A nova divisão serviria para desafogar o hospital. Uma das propostas é dotar o Hospital Regional de equipamentos para virar referência em atendimento cardiológico de emergência.

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