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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

08/04/2010 16:16

Obra que não avança interdita ruas e prejudica trânsito

Redação

Depois de gerar polêmica pela desocupação de várias famílias, as obras na região do Córrego Cabaça, que estavam paradas desde outubro do ano passado e foram retomadas na última semana, têm trazido transtorno aos moradores que ficaram na área.

O incômodo não se deve apenas ao mato que tem crescido nas frentes de obras paradas ou nos escombros das casas destruídas, mas pelas interdições em diversas vias que já duram meses.

A rua Planalto, por onde passavam várias linhas de ônibus, está com o acesso comprometido até para os pedestres. A via que antes era asfaltada se transformou em trecho com mato e montes de terra, que fica pior na passagem sobre o córrego.

Apesar da situação precária, motociclistas ainda se arriscam para evitar o desvio pela Spipe Calarge, em um verdadeiro hally pelo trecho.

"Até para pedestre é perigoso passar aí, não tem quem não reclama", afirma a comerciante Hortência Ferreira Rodrigues, de 21 anos. A conveniência aberta por ela há dois meses deveria estar localizada em uma avenida de grande movimento, como era no ano passado, mas hoje está em local praticamente abandonado, ressalta.

Além do transtorno no bairro, ela diz que o marido que trabalha a uma quadra da Rui Barbosa tem que fazer uma volta enorme por conta das interdições no bairro para chegar em casa.

O morador José Carlos da Silva, de 47 anos, conta que a maior parte do tráfego foi desviada para a Spipe Calarge, o que tem causado tumulto na via, principalmente nos horários de pico.

Com 88 anos, o aposentado Manoel Gomes Pereira sentiu na pele a situação precária das vias. Ele caiu e machucou o braço ao tentar cruzar o trecho da rua Planalto, na semana passada.

Pereira explica que as interdições não deixaram acessos próximos. A rua da casa dele, a Flávio de Matos, também está interditada. "A gente fica olhando isso abandonado sem definição de quando vai ser resolvido", pontua.

"Ficamos isolados aqui", reclama com o braço enfaixado após o tombo que, pela idade do aposentado, poderia ter causado estragos maiores.

Demora - "Essa obra deveria ter sido concluída já", reclama o mecânico Oscar Filho, de 32 anos. Ele diz que se não forem tomadas providências, o trecho ficará pior.

Para Filho, as obras para consertar os estragos em "áreas nobres" da cidade, como a avenida Ceará, estão fazendo com que os bairros sejam preteridos.

As obras do Complexo Cabaça, que incluem a continuação da Via Morena e o Parque Linear, estão orçadas em R$ 10 milhões e contam com recursos do PAC. Os trabalhos abrangem parte dos bairros Jardim Paulista, Vila Progresso, TV Morena, Vila Carlota e Vila Ieda.

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