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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

18/04/2008 14:30

Oficiais da PM querem salário de defensor e promotor

Redação

O presidente do Clube dos Oficiais da PM (Polícia Militar) em Mato Grosso do Sul, coronel Iacir Paulo Azamor, se reúne nesta tarde com representantes da PGE (Procuradoria-Geral do Estado), sobre o estudo em elaboração pelos procuradores que deverá se transformar num projeto de lei para mudança na base salarial da categoria. De acordo com o oficial, o interessa é conhecer a proposta do governo e manifestar a necessidade de valorização do oficialiato. Essa valorização, conforme defende o clube dos oficiais, exigiria a equiparação dos salários com o de promotores e defensores em início de carreira.

Hoje, um oficial da PM em início de carreira, na graduação de tenente, ganha R$ 4,5 mil em Mato Grosso do Sul. Um defensor ganha R$ 12 mil, ou seja, três vezes mais. Para o coronel Azamor, essa disparidade é uma demonstração clara de que é preciso valorizar os policiais, uma vez que, segundo afirma, em termos de tempo de estudo, a dedicação é a mesma. Ainda de acordo com Azamor, o risco da carreira militar é infinitamente maior.

A conversa com representantes da PGE, que deve ser com o procurador-geral, Rafael Coldibelli, é um dos resultados da reunião de oficiais da PM feita nesta manhã, para discutir a negociação do reajuste salarial da tropa, em andamento com o governo do Estado.

Os oficiais também decidiram que vão à Assembléia Legislativa na semana que vem para pedir apoio dos deputados. Conforme o presidente do Clube dos Oficiais, a idéia é explicar o que eles fazem e a importância da função dentro do trabalho da PM.

A proposta - O estudo da PGE que os oficiais querem conhecer é o mesmo que vem sendo esperado pela associação que reúne os praças como forma de resolver o problema da disparidade salarial existente na mesma função. As diferenças são frutos de brigas judiciais entre governo e militares surgidas desde que a lei que rege os salários foi mudada, em 2000, e o governo deixou de cumpri-la.

A associação dos praças diz que o problema é maior nas patentes mais baixas da PM, mas o coronel Azamor diz que ele é generalizado.

Conforme a associação dos cabos e soldados tem divulgado, o governo prometeu enviar à Assembléia para aprovação até o fim do mês um projeto mudando a formação salarial, criado um subsídio único em vez dos quatro itens que hoje formam o vencimento. Para colocar a mudança em prática, o projeto de lei prevê, ainda, um novo acordo extra-judicial, como já foi feito entre governo e militares, na administração Zeca do PT.

Esse projeto é à parte da negociação salarial que o governo vem fazendo com todas as categorias, que já teve uma proposta de lei enviada à Assembléia, prevendo aumento linear de 3%, mais um abono de R$ 100, que seria incluso num segundo projeto. No caso dos PMs, o abono entraria nesse projeto de mudança dos salários.

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