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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

23/05/2013 12:56

Operação militar em MS combate terroristas e até "tráfico radioativo"

Aliny Mary Dias
Operação começou no último sábado e início foi divulgado hoje (Foto: Vanderlei Aparecido)Operação começou no último sábado e início foi divulgado hoje (Foto: Vanderlei Aparecido)
Operação não tem data para terminar (Foto: Vanderlei Aparecido)Operação não tem data para terminar (Foto: Vanderlei Aparecido)

A 7ª edição da Operação Ágata de combate os crimes na fronteira do País e coordenada pelas Forças Armadas  tem como alvo, inclusive, ataques terroristas e tráfico de material radioativo. A maior preocupação é com grandes eventos que vem por aí, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

O primeiro balanço da ação, que começou sábado e não tem data definida para acabar, foi divulgado na manhã desta quinta-feira (23) no CMO (Comando Militar do Oeste).

A ação nacional é dividida em três setores e em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a Operação Oeste é comandada pelo general do Exército João Francisco Ferreira. Segundo o militar, a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) participa da operação, porém os detalhes não podem ser divulgados por questões de segurança.

“A motivação é a possibilidade que algum produto radioativo seja levado para o exterior ou trazido para o País”, reforça o general ao lembrar que já foram registrados casos recentes.

O Ministério da Defesa pediu a presença da comissão especializada em energia nuclear para prevenção. “Precisamos estar preparados para identificar essas substâncias e impedir os crimes”, afirma Ferreira.

Mas até agora o resultado é o mesmo de sempre e quase insignificante. O primeiro balanço da Operação Ágata 7 aponta que em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso foram apreendidos 70 quilos de maconha, 18 quilos de cocaína e três quilos de pasta base da droga.

Já foram revistados 3,5 mil veículos e 149 embarcações. Para ajudar nas ações nos rios, a Marinha atua com quatro navios e 20 embarcações menores. Os equipamentos são usados em operações no rio Paraguai.

Conforme o Comando Militar do Oeste, ao todo 7,1 mil militares da Marinha, Exército e da Força Aérea participam da operação. Efetivo da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e militar também trabalham na fronteira.

Além das forças armadas, servidores da Receita Federal, do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Funai (Fundação Nacional do Índio) ajudam os militares durante as ações.

Social – As ações de combate ao crime não são as únicas presentes na Operação Ágata. Uma embarcação hospitalar e militares também realizam ações cívicos-sociais, conhecidas como Aciso.

A região de Porto Murtinho, atingida por enchentes nos últimos meses, será uma das atendidas por equipes que levarão atendimento médico, hospitalar e odontológico.



Caros Senhores: Tripulantes de companhia aérea reportaram que em passado recente aproximadamente um mês uma aeronave militar da Venezuela desembarcou grande número de passageiros aparentando ser CUBANOS SEM FARDA com equipamentos que embarcaram para São paulo e outras localidades. Como todos sabem que o GUVEHNO BOLIVARIANO BRASILEIRO é ADORADOR DE FIDEL e também que manifestações do povo contra os traidores da pátria estão em andamento me parece que os ilustres estão infiltrando militantes especializados em revoltas PARA PLANTAR O BODE DO PARTIDO DA SITUAÇÃO e criar condições para uma interferência forçada em nome da ordem (DESORDEM QUE OS PRÓPRIOS ESTÃO IMPLANTANDO). COM A PALAVRA NOSSAS FORÇAS ARMADAS ENQUANTO É TEMPO! ASSINADO: UM BRASILEIRO FARTO DE SUSTENTAR ESCÓRIA!
 
PAULO SOARES em 04/08/2013 10:30:27
Se o CNEN está na jogada é que algum incidente ligado a compostos radioativos foi detectado e não foi divulgado para a impressa. O acidente com Césio 137 em Goiânia foi a um bom tempo, mas de lá para cá, o uso de produtos e compostos radioativos só aumentou. É só observarmos a quantidade de clinicas particulares especializadas em oncologia que se espalhou em Campo Grande e no Brasil todo. Estou curioso em saber o que foi roubado e tentado traficar para fora do Brasil, ou então entrou no Brasil de forma clandestina e que não ficamos sabendo. Quantas vezes já fomos expostos aos riscos com produtos radioativos transportados e manipulados de forma irregular, que foram detectados pela PF e não divulg? Eu acho que temos o direito de saber o que de fato está acontecendo ou que já tenha acontecido
 
Flávio Márcio em 24/05/2013 07:50:21
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