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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/07/2013 17:06

Pesquisa mostra que apenas duas cidades de MS planejam o transporte

Uma é Campo Grande, que tem mais de 800 mil habitantes, e investe em mobilidade. A outra é Bodoquena, que tem 1% da população da Capital

Aline dos Santos
Plano municipal de transporte é ignorado por 76 cidades. (Foto: Marcos Ermínio)Plano municipal de transporte é ignorado por 76 cidades. (Foto: Marcos Ermínio)

Das cidades de Mato Grosso do Sul, apenas duas têm plano municipal de transporte. Uma é Campo Grande, que tem mais de 800 mil habitantes e precisa investir em mobilidade para que os moradores do município com a maior população do Estado possa ir e vir.

A outra é Bodoquena que, com 1% da população da Capital, foca o planejamento no transporte escolar. Conforme a pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros 2012, divulgada pelo IBGE, as outras 76 cidades não dispõe do planejamento específico.

De acordo com o coordenador do Departamento de Trânsito de Bodoquena, José Cânepa Penajo, o plano de transporte existe há oito anos. “Tinha muito ônibus em estado precário. A frota foi renovada e cada veículo tem um monitor”, afirma. No município, que tem 7.895 habitantes, a frota escolar é de 25 veículos, entre van e ônibus.

Em Campo Grande, que tem transporte coletivo urbano e frota de 475 mil veículos, o desafio é manter a circulação das pessoas. Agora, a Prefeitura pleiteia R$ 180 milhões para contemplar obras como vias exclusivas para ônibus, sinalização horizontal e vertical, revitalização dos noves terminais do transporte urbano, construção de terminais no Parati, Cafezais, São Francisco e Tiradentes.

Segundo o titular da Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação), Semy Ferraz, o Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana foi elaborado entre 2007 e 2009. O estudo foi feito pela Logitrans, empresa do Paraná. O documento é uma condição para que a Capital busque recursos em programas do governo federal.

O plano previa construção de terminais, implantação de sinalização turísticas e a criação de uma central de operação para controle do tráfego. Segundo o secretário, a última recomendação é o maior desafio.

Especificamente no transporte coletivo urbano, chama atenção a queda de passageiros. “Em 1998, eram 250 mil passageiros por dia. Em 1999, reduziu para 199 mil”, afirma Semy. Outro gargalo apontado foi a baixa velocidade de circulação dos ônibus, em média 21 km/h. “Por isso, os corredores exclusivos”, explica.

Ainda conforme a pesquisa do IBGE, 44 das 78 prefeituras contam com estrutura específica do transporte. Destes, um tem secretaria municipal específica, 11 são em conjunto com as pastas de obras públicas, 22 são subordinadas a outras secretarias, sete estão subordinadas diretamente aos prefeitos e três são órgãos de administração indireta.

Sem metrô, a maioria das cidades sul-mato-grossenses conta, com serviço de táxi (71 municípios), vans (64 cidades) e mototáxi (58).

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Transporte coletivo ainda é pensado em meio de locomoção para pobre que não pode comprar um carro.
Em países desenvolvidos o transporte é solução para melhorar o trânsito e a classe mais alta usa com a mesma frequência o serviço, transporte de qualidade significa menos carros nas ruas e melhor fluidez no transito.
 
Junior Ferreira em 05/07/2013 12:24:20
Planejamento, aonde? só se estiver planejando mais uma força de encarecer o valor da tarifa!
 
Anderson Silva em 05/07/2013 11:13:10
espero que a pessoa que esta fazendo este planejamento pense mais em um transporte coletivo com mais agilidade coletivos mais rápidos. na época em que os ônibus era direto centro bairro era bem mais rápido do centro no meu bairro demorava uns 40 minutos agora com esses terminais demora 1;15mm ou mais... acho que mesmo com os terminais tinha que ter coletivo centro bairro direto nos horários de pico.
 
antonia mariano em 05/07/2013 06:32:10
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