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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

19/02/2009 16:52

Polícia não acredita em versão de sequestro de jovem

Redação

A Polícia Civil afirmou, em nota imprensa, que a versão de sequestro relatada por Deividson Rafael Silva Oliveira, 21 anos, "não condiz com a realidade". As investigações apontaram que o jovem mantinha contato com a família, via telefone celular, durante os dois dias que ficou desaparecido.

Segundo a Polícia Civil, a namorada de Deividson terminou no sábado (14/02) o relacionamento de dois anos. No dia seguinte, o jovem tentou reatar o namoro e a moça não aceitou.

Familiares do jovem procuraram a Polícia para registrar o desaparecimento na terça-feira (17/02), um dia depois do suposto sumiço. O jovem trabalha como operador de caixa em um supermercado no Bairro Carandá Bosque, onde havia sido visto pela última vez na segunda-feira.

Na madrugada de hoje, ele foi à sede do Garras (Grupo Armado de Repressão e Resgate a Assaltos e Sequestros) e afirmou ter sido sequestrado. Ele falou à Polícia que na saída do trabalho foi abordado por três pessoas em um veículo de cor preta.

O jovem aponta como autores do sequestro uma mulher e dois homens, que o obrigaram a entrar no carro. Ele contou que depois de andarem uma hora com o jovem dentro do carro, o levaram até um quarto escuro de uma casa, que não sabe informar o local porque estava encapuzado.

O jovem garantiu ainda que os autores falaram que tinham um "comprador" para ele. A angústia da família terminou na madrugada de hoje, quando Deividson foi levado para a casa, no Jardim Colúmbia.

De acordo com familiares do jovem, Deividson só chora desde que chegou em casa.

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