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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

15/03/2009 13:15

PRF prende suspeito de aplicar golpe da casa própria

Redação

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu, ontem, em Terenos, um suspeito de participação no golpe da casa própria, que envolvia imóveis da Agehab (Agência Estadual de Habitação). Ademar Pereira Mariano foi preso por portar uma cédula de identidade falsa.

Após a prisão, ele teria relatado que possui mandando de prisão em aberto devido ao golpe, por isso tentava ocultar seu verdadeiro nome. A assessoria de imprensa da PRF informou que só dará detalhes sobre o caso amanhã, pois a investigação permanece em andamento.

Ademar Pereira Mariano está preso na delegacia de Polícia Civil de Terenos, onde já prestou depoimento. De acordo com a polícia, ele será encaminhado para a Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações, Falsificações e Fazendários), em Campo Grande. A delegacia especializada é a responsável por investigar o golpe da casa própria, que lesou mais de 100 pessoas.

Os estelionatários se passavam por funcionários da Agehab e ofereciam facilidades para a aquisição da casa própria em um condomínio popular. Pessoas que tentaram comprar casas no bairro Santa Luzia foram as primeiras vítimas, dando início às investigações.

Conforme os golpistas, as chaves e as escrituras das casas seriam liberadas imediatamente após o pagamento de uma taxa, que chegava a R$ 6 mil. A pessoa pagava e só então descobria o golpe.

A delegada responsável pelo caso, Rosely Aparecida Molina, já apurou que os estelionatários usavam indevidamente os nomes de funcionários da Agehab e até do corretor de imóveis Guilherme Felix Sória para emitir recibos sem nenhum valor. De acordo com a polícia, os estelionatários lucraram cerca de R$ 700 mil cobrando taxas para a aquisição de uma casa popular.

Em janeiro, quando as denúncias se avolumaram, a polícia localizou um escritório clandestino, no bairro Taveirópolis, que era utilizado pelo grupo.

Na ocasião, foram apontados os nomes de três envolvidos: Valdemar Soares dos Santos, Claudevan Araújo Machado e Valter Gauma.

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