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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

06/08/2013 20:35

Programa só contempla duas das 45 cidades com 11 dos 217 médicos

Viviane Oliveira
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, divulgou a lista nesta terça-feira. (Foto: Valter Campanato/ABr)Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, divulgou a lista nesta terça-feira. (Foto: Valter Campanato/ABr)

A maioria das cidades de Mato Grosso do Sul não conseguiu ser contemplada na primeira fase do programa Mais Médicos. No Estado, 45 cidades aderiram ao programa, juntas, elas solicitaram 217 vagas, no entanto foram designados apenas 11 médicos, sete para Campo Grande e quatro para Corumbá.

A lista dos 938 profissionais brasileiros que confirmaram a participação no primeiro mês de seleção foi divulgada nesta terça-feira (6) pelo Ministério da Saúde, em Brasília. A maioria deles, 51,8%, vai atuar nas periferias de capitais e regiões metropolitanas e os 48,1% restantes em municípios do interior de alta vulnerabilidade social, totalizando 404 cidades brasileiras atendidas nesta chamada.

Apenas 11,4% dos 3.511 municípios que aderiram à iniciativa vão receber profissionais nesta etapa, o que significa uma sobra de 14.553 vagas. O número de vagas preenchidas equivale a 6% da demanda dos municípios, que apontaram a necessidade de 15.460 médicos para completar o quadro na atenção básica do SUS (Sistema Único de Saúde).

Do total de municípios que aderiram ao programa, 2.028 não despertaram o interesse de nenhum profissional brasileiro, pois não estiveram entre as seis opções selecionadas por cada um dos médicos. Desse universo, 782 estão em regiões prioritárias.

Segundo informações do Ministério da Saúde, as vagas selecionadas para Mato Grosso do Sul foram divididas entre os municípios de maior vulnerabilidade social do interior, além das regiões periféricas da Capital.

Além das duas cidades contempladas, os municípios que aderiram ao Programa foram: Amambai, Bandeirantes, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caracol, Chapadão do Sul, Corguinho, Coronel Sapucaia, Costa Rica, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Figueirão, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi.

Também aderiram as cidades de Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jaraguari, Jardim, Jateí, Ladário, Miranda, Mundo Novo, Nioaque, Paranaíba, Paranhos, Pedro Gomes, Ponta Porã, Porto Murtinho, Rio Brilhante, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso, Rochedo, Santa Rita do Pardo, São Gabriel do Oeste, Selvíria, Sete Quedas, Sonora, Tacuru e Taquarussu.

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Existe muito cooperativismo na medicina, tudo para manter altos salários e baixa concorrência, o Governo investe altíssimo nos filhos da classe burguesa através de Universidades Públicas para não ter um retorno digno através do serviço público obrigatório. Isso tem que acabar! Médicos Estrangeiros já ou revalida para todos os médicos, inclusive os mais antigos que não se reciclaram.
 
Carlos Magno em 07/08/2013 11:21:56
- Atenção aos leitores deste jornal. Infelizmente os médicos deste País não querem trabalhar por pouco dinheiro, somente com quantias absurdas na qual nossos impostos não pode pagar, esses, conseguiram criar uma caixa blindada que está difícil de acabar. Agora o governo não pode dar moleza, tem que levar este plano até o fim. Um salário livre de dez mil está muito bem pago. Se eles não querem, que tragam aqueles do exterior que estão aceitando. Agora digo uma coisa, o governo não pode se preocupar somente com médicos, tem investir em mais enfermeiros e auxiliares, em equipamentos, laboratórios e instalações condizentes para trabalhar e atender as pessoas. Digo também que tem que ter uma fiscalização no dinheiro que está sendo utilizado porque infelizmente a corrupção nesse País é grande.
 
ROBERTO CARLOS VEIGA LIMA em 07/08/2013 10:32:24
#FRACASSO #Eleições2014
 
RODRIGO FERREIRA em 07/08/2013 09:40:15
Se os médicos brasileiros estão bem e não precisam do emprego, tem vários espanhóis, venezuelano, cubanos e argentinos querendo. A presidenta precisa resolver o problema e deve fazer de tudo para acabar com as máfias, como do Hospital do Câncer. Eu pago plano de saúde e antes a gente era atendido na mesma semana, agora fica 3 meses fazendo um exame geral.
 
luiz alves em 07/08/2013 07:52:12
Creio que nem Anastácio nem Aquidauana aderiram devido a grande quantidade de médicos nestes municípios. Aquidauana está acabando dentro dos buracos...
 
Marcelo Cintra em 07/08/2013 07:25:38
11 para campo grande, 9 para corumba, um para Porto Murtinho.

Mas é difícil, muuuuuito difícil um médico com boa vontade e emprego seguro se arriscar nessa aventura, de um texto (Projeto de Lei) que foi feito para estrangeiro, tem mais de 500 emendas, em que o médico não receberá salário, nem garantias prevista no CLT, mas uma "bolsa" como uma bolsa de estudo... e terá que devolver se precisar mudar de cidade.
Tudo muuuito bagunçado e inseguro para sair de um emprego e se aventurar.
Por isso os médicos não querem!!!
 
Denise Maria em 06/08/2013 22:26:04
ESSES MEDICOS NÃO ESTÃO COM NADA, HA UM CORPORATIVISMO LASCADO. PRINCIPALMENTE PELOS MEDICOS POLITICOS
 
adrielle pereira em 06/08/2013 21:08:14
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