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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

22/10/2013 10:57

Quadrilha que tentou roubar Banco do Brasil era amadora, suspeita Polícia

Graziela Rezende
Dupla confessou o crime e comparsas estão foragidos. Foto: Pedro PeraltaDupla confessou o crime e comparsas estão foragidos. Foto: Pedro Peralta

A quadrilha, que tentou explodir dois caixas eletrônicos de uma agência bancária na Avenida Eduardo Elias Zahran, no dia 23 de junho, em Campo Grande, era amadora neste tipo de crime. Por uma simples falha técnica no estopim não detonou o artefato, de acordo com o delegado Márcio Shiro Obara, adjunto do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros).

“Constatamos que o artefato pertence a uma indústria nacional e estava apto para detonação, sendo que por uma falha simples, da qual não divulgaremos, eles não explodiram os caixas”, afirma o delegado. Dos seis integrantes, quatro são do Estado de São Paulo e dois da Capital. Em depoimento, um deles disse que um dos bandidos viajou de ônibus, com o explosivo montado.

“Um dos moradores de Campo Grande se mudou por um tempo para São Paulo e lá conheceu o grupo criminoso. Eles planejaram muito bem a ação, tanto a logística quanto a vinda dos comparsas, incluindo o local seguro para se esconder após o crime e o monitoramento da agência”, explica ao Campo Grande News o delegado Obara.

Sete dias após a tentativa de roubo na Zahran, o delegado conta que eles roubaram um veículo Gol e em seguida foram flagrados no roubo a um malote, na avenida Mascarenhas de Moraes. “Eles foram presos, mas ainda não tínhamos a ligação deles com o roubo a agência do BB da Zahran. Com as investigações, eles confessaram o crime e deram detalhes da ação”, comenta o delegado Obara.

Os presos Claudenir Martins de Oliveira, 31 anos e Jaqueson Tales Martins Borges, 26, possuem passagens por roubo, tráfico de drogas, violência doméstica e porte de arma. A investigação continua para prender o restante do bando.

Imagens - Sobre a explosão do caixa eletrônico, o circuito interno da agência bancária foi solicitado pela Polícia Civil e mostra a ação de seis homens. Quatro entraram no banco enquanto dois comparsas aguardavam do lado de fora em uma motocicleta e um Gol branco, furtado na noite anterior.

O carro foi encontrado abandonado logo em seguida próximo ao estádio Morenão, e perícias realizadas no interior do veículo constataram a existência de impressões digitais de Claudemir no veículo.

Jaqueson foi encaminhado para presídio da Capital e, ao prestar esclarecimentos, confessou a autoria do roubo do veículo. Ele também apontou Claudenir como comparsa. Jaqueson negou porém, a participação na tentativa de roubo aos caixas eletrônicos, mas disse que tinha conhecimento do planejamento e execução do crime.

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