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11/03/2015 19:24

Saúde registra segunda morte sob suspeita de dengue no interior

Mariana Rodrigues
Corumbá e Glória de Dourados aparecem na lista de mortes que estão sendo investigadas por suspeita de dengue. (Foto: Divulgação)Corumbá e Glória de Dourados aparecem na lista de mortes que estão sendo investigadas por suspeita de dengue. (Foto: Divulgação)

Segundo dados do boletim epidemiológico divulgado no fim da manhã desta quarta-feira (11), pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul, o número de mortes investigadas por suspeita de dengue aumentou no Estado. O boletim anterior informava que apenas Corumbá registrava uma morte a ser esclarecida, agora, Glória de Dourados também aparece na lista, aumentando para dois o número de óbitos em investigação.

Os casos de mortes confirmadas também se concentram nas cidades do interior do Estado, Corumbá aparece com uma morte e outro caso foi confirmado em Paranhos.

Ainda conforme o boletim, o Estado tem no total 5.853 casos suspeitos de dengue registrados desde o início do ano. São 913 casos a mais do que os divulgados no boletim do mês passado.

Outro dado alarmante é que passou de 12 para 17 o número de municípios com alta incidência de dengue. Segundo o levantamento realizado entre 1 e 7 de março, entraram na lista as cidades de Douradina, com 22 casos; Costa Rica, com 63; Água Clara, com 49 casos suspeitos; Japorã, com 33 notificações; e Aral Moreira, com 44 casos registrados desde o início do ano.

Iguatemi apresenta um quadro de epidemia, com 15.429 habitantes, o município acumula 1.142 notificações desde janeiro. Porém, a cidade apresentou uma queda de 50% nas notificações em relação ao boletim anterior.

Segundo informações do último Lira (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti), mapeamento dos índices de infestação que consiste em uma amostragem para obter a estimativa da infestação pelo vetor da dengue, cinco cidades apresentam altos índices de infestação do mosquito. Cassilândia lidera com 5,80%, seguida de Coxim (4,10%), Mundo Novo (4%), Três Lagoas (3,80%) e Brasilândia (3,80%). A preocupação da Secretaria é devido ao fato dos municípios não conseguirem reduzir a infestação e acabar contribuindo com o aumento de notificações no Estado, no próximo relatório.



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