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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

17/07/2012 13:27

Secretária de Saúde descarta epidemia de gripe suína em Mato Grosso do Sul

Francisco Júnior e Paula Maciulevicius
A secretária Beatriz Dobashi diz que situação em 2009 foi pior do que agora. (Foto: Minamar Junior)A secretária Beatriz Dobashi diz que situação em 2009 foi pior do que agora. (Foto: Minamar Junior)

A secretária estadual de Saúde, Beatriz Dobashi, descartou hoje que esteja ocorrendo uma epidemia de gripe suína em Mato Grosso do Sul. Segundo ela, o contágio maior da doença aconteceu em 2009 no mundo todo. Dobashi participou na manhã de hoje (17), da formatura curso de especialização em saúde da Família, realizada no teatro Glauce Rocha, em Campo Grande.

Conforme a secretária, não estão ocorrendo apenas os casos de gripe suína, mas também outros tipos que, segundo ela, matam tanto quanto a provocada pelo vírus H1N1.

De acordo com a secretária, para evitar a proliferação da doença é necessário que as pessoas reforcem as medidas básicas de higiene, como: lavar as mãos com frequência, usar o álcool em gel e em caso de gripe permanecer em repouso e evitar aglomeração de pessoas.

A secretária afirmou que não serão solicitadas novas doses de vacina e a vacinação do grupo de risco já foi feita.

Conforme Ana Lucia Lírio, secretária-adjunta de Saúde de Campo Grande, já era previsto esse número de notificação para essa época do ano.

Segundo ela, nos anos seguintes a 2009, quando ocorreu a epidemia da doença, quase não foram feitas notificações deste tipo de gripe. “Essas gripes que ocorrem todo ano elas tem sacionalidade e vão mudando sua característica o que estava deixando as pessoas propensa para essa gripe”, explicou.

A secretária-adjunta informa que no mês passado a Sesau solicitou 20 mil doses da vacina contra a gripe, mas o pedido não foi atendido pelo Ministério da Saúde, responsável por fazer a liberação. “ Eles priorizaram a região sul do País por concentrar mais de 70% das notificações, inclusive com alto índice de mortalidade”.

A ela explica que hoje a Sesau tem em estoque 2 mil doses que são reservadas para a segunda dose das crianças.

A secretária garante que os postos de saúde têm medicamentos suficientes para prescrever o Tamiflu precocemente.

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