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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/11/2010 15:37

Sequestrador de avião e traficante vai para o semiaberto

Redação

O detento Gerson Palermo, 53 anos - que foi condenado a pena de 20 anos por um dos mais ousados roubos já executados no País, de um avião, em 2000, passou hoje a cumprir pena no regime semiaberto, no complexo penitenciário da Gameleira. Depois de fugir, ele foi novamente preso em 2007 com mais de 1,5 tonelada de maconha, na BR-060, entre Campo Grande e Sidrolândia -

Palermo, além dos crimes pelos quais foi condenado, é tido como um dos fundadores da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e seria uma liderança temida entre os presos.

Ele cumpria pena no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, onde era considerado uma das lideranças da massa carcerária. Em 2005, teria sido um dos cabeças da rebelião do Dia das Mães, uma das mais graves já ocorridas no Estado, quando um preso foi morto e a unidade penal teve alas destruídas.

A rebelião se estendeu para Dourados, Três Lagoas e Corumbá. Na véspera do Natal de 2008, mais uma vez ele surgio entre os presos rebelados em um novo motim de sérias proporções. Nessa época, a informação divulgada é havia sido inocentado de participação na rebelião anterior.

Histórico - Palermo havia sido transferido em 2005 para a penitenciária, vindo de Piraquara, no interior de São Paulo. Cinco anos antes, foi o personagem de um dos crimes mais cinematográficos já realizados no Brasil. Ele foi o piloto que sequestrou o Boeing 737-200 da Vasp, no dia 16 de agosto de 2001.

O vôo 280 iria de Foz do Iguaçu a Curitiba, mas oito homens armados desviaram a aeronave para uma pista em Porecatu, norte do Paraná, e fugiram levando R$ 5 milhões em malotes do Banco do Brasil.

Em setembro de 2007, Gerson Palermo voltou às páginas policiais, após ser preso pela PF (Polícia Federal ) como líder de uma quadrilha que traficava 1 tonelada de maconha.

Na apreensão, os policiais encontraram 511 tabletes escondidos na carroceria de um caminhão sob uma carga de caixas de papelão. Sete pessoas foram presas, incluindo Palermo. Nessa época, cumpria pena na antiga Colônia Penal Agrícola, no mesmo regime semi-aberto para o qual foi transferido agora.

O Campo Grande News apurou que Palermo foi beneficiado, recentemente, por decisão judicial do Supremo Tribunal Federal que permitiu a redução de sua pena por tráfico, que era de 15 anos inicialmente, e por isso foi para o regime semiaberto.

A reportagem tentou contato com os advogados dele, sem sucesso.

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