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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Agosto de 2018

12/08/2010 10:10

Simulação na Capital faz alerta sobre riscos do gasoduto

Redação

Com apoio dos bombeiros e a Defesa Civil, a TBG (Transportadora Brasileira de Gasoduto) realizou hoje uma simulação de emergência, na zona rural de Campo Grande, para alertar a população sobre os cuidados na área do gasoduto.

A tubulação por onde passa o gás natural com alta pressão está enterrada a um metro de profundidade. Ao todo, o gasoduto tem 3.150 km entre a Bolívia e o Rio Grande do Sul. No Mato Grosso do Sul, são 717 km de tubulação.

De acordo com o gerente da regional Centro-Oeste, Kemal Vieira Jorge, nunca houve acidente como o simulado em Mato Grosso do Sul.

Na simulação, realizada na Chácara São José, na região das Três Barras, os procedimentos que podem durar até 48 horas foram realizados em pouco mais de uma hora.

A situação hipotética foi desencadeada após uma perfuração para colocar um poste de energia elétrica ter atingido o gasoduto. Com o rompimento, o gás sai em alta pressão, causando um forte ruído. Numa situação real, é registrado tremores de terra.

A simulação foi feita com um tubo, sem gás, colocado próximo ao traçado do gasoduto. Em seguida, Wilson Bento, filho do dono da chácara, e que já participou de treinamento oferecido aos moradores, entra em contato com a empresa por meio do 0800-026-0400, a Linha do Gás. A ligação é feita de um aparelho celular, mas na região, o sinal de telefonia móvel é inconstante.

A central de atendimento fica no Rio de Janeiro. Confirmado o vazamento, as válvulas de segurança são ativadas para interromper o envio do gás para o ponto rompido. Também entraram em ação Defesa Civil e bombeiros, que já estavam no local.

Na situação hipotética, não houve vítimas, nem fogo na tubulação. Para o coordenador da Defesa Civil, coronel Ociel Ortiz, as equipes seriam capazes de chegar rapidamente na situação real. "Estamos cerca de 20 minutos da cidade".

A empresa envia funcionários, mantém a área isolada e faz a troca da tubulação rompida. O gerente regional explica que o gás, em ambientes fechados, é asfixiante. Mais leve que o ar, ele se dispersa. "No caso de um vazamento, a comunidade deve se afastar".

De acordo com o gerente, o trajeto da tubulação é sinalizado com placas de alerta e a população recebe orientação sobre regras de convivência com o gasoduto. Na faixa de servidão

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