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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

18/11/2014 12:00

Sobe para 23 número de casos de Chikungunya no Estado

Michel Faustino
Diretora de vigilância epidemiológica diz que é preciso combater a infestação do Aedes Aegypti para evitar que doença se alastre. (Foto: Marcelo Calazans)Diretora de vigilância epidemiológica diz que é preciso combater a infestação do Aedes Aegypti para evitar que doença se alastre. (Foto: Marcelo Calazans)

Em menos de dez dias, o número de notificações da febre Chikungunya, doença semelhante a Dengue, subiu de 15 para 23 em Mato Grosso do Sul. Até agora, quatro casos já foram descartados e apenas um confirmado, na Capital. Os demais estão em análise.

O ultimo balanço divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) apontou que até o dia 10, 15 casos foram registrados. Segundo a diretora de vigilância epidemiológica da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Bernadete Lewandowski, esse número passou para 23.

Segundo ela, os números da doença no Estado ainda não preocupam, porém, é necessário que se tenha o controle da infestação do mosquito transmissor da doença, que é o mesmo da dengue, para evitar “problemas” futuros.

“É preciso que tenhamos uma atenção maior aos municípios que apresentam índices maiores de infestação do Aedes Aegipty. Além da chikungunya, é preciso ficar atento a dengue e para isso precisamos intensificar as ações de combate e contenção dessas doenças”, disse.

A doença preocupa pelo fato de o mosquito transmissor ser o mesmo da dengue e, de acordo com Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti, realizado em outubro, dos 82 bairros de Campo Grande, 26 tem risco médio de infestação.

A Febre Chikungunya causa os mesmos sintomas da dengue: febre de 39 graus, dores musculares, dor de cabeça e vômitos. No entanto, ao contrário da primeira, que o sul-mato-grossense está acostumado, os sintomas podem persistir por mais de um ano.

Prevenção - A febre Chikungunya é uma doença causada por vírus do gênero Alphavirus, transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti (transmissor da dengue) e o Aedes Albopictus os principais vetores.

Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A letalidade da Chikungunya, segundo OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), é rara, sendo ainda menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, é fundamental que as pessoas reforcem as ações de eliminação dos criadouros dos mosquitos. As medidas são exatamente as mesmas para a prevenção da dengue.

Sobe para 23 número de casos de Chikungunya no Estado


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