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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

27/09/2015 11:56

Superlua de Sangue vai surgir no céu de MS as 21h de hoje

Caroline Maldonado
De todo Brasil, será possível contemplar o eclipse total de uma Superlua de Sangue (Foto: Nasa)De todo Brasil, será possível contemplar o eclipse total de uma Superlua de Sangue (Foto: Nasa)

Uma combinação de fatores promete um espetáculo, que vai surgir no céu de Mato Grosso do Sul a partir das 21h deste domingo (27), horário em que a Lua vai começar a escurecer e ganhar coloração avermelhada. O auge do eclipse será às 22h48, no horário local. De todo Brasil, será possível contemplar o eclipse total de uma Superlua de Sangue.

A última vez em que os dois fenômenos ocorreram ao mesmo tempo foi em 1982 e o próximo vai ser somente daqui a 18 anos, em 2033, conforme previso pelos cientistas.

Em MS, a Super Lua de Sangue poderá ser vista até 00h30 de segunda-feira (28). O eclipse total será visível nas Américas do Norte e Sul, Europa, África e partes da Ásia e Pacífico.

Superlua – Como a órbita da lua não é um círculo perfeito, em alguns pontos ela parece estar mais próxima do planeta Terra. De acordo com a Nasa (Agência Espacial Norte-americana), a superlua acontece uma vez por ano, em média. Neste ano já ocorreram duas, mas a de hoje será a mais próxima da superfície terrestre.

A lua estará cerca de 48 mil quilômetros mais perto da Terra do que quando está em seu local mais afastado. Isso faz com que a Lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante do que uma Lua cheia em seu ponto mais distante, conforme explicou o cientista Noah Petro em publicação do portal da Nasa.

Eclipse – O eclipse lunar ocorre cerca de duas vezes por ano. A sombra da Terra cobre a Lua, conforme o planeta se coloca entre o Sol e o satélite. Esse processo dura mais de uma hora. A cor vermelha é resultado da influência da atmosfera terrestre nos raios de luz.

O eclipse de uma superlua ocorreu apenas cinco vezes desde 1900. O eclipse com a Lua Sangrenta, como também é conhecida, se deu em 1910, 1928, 1946, 1964 e 1982. “É raro porque é algo que uma geração inteira pode não ter visto”, diz Petro. Vídeo publicado pela Nasa (em inglês) explica o acontecimento



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