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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

25/03/2011 20:26

Surto de conjuntivite pode chegar a Capital

Paula Maciulevicius

Secretaria Municipal de Saúde afirma que casos não aumentaram significamente, mas surto pode acontecer nos próximos dias

Regina Jorge descreve que esta é a primeira conjuntivite que fica tão “feio” assim. O inchaço é visível e o medo é de passar para a família e os colegas. (Foto: João Garrigó) Regina Jorge descreve que esta é a primeira conjuntivite que fica tão “feio” assim. O inchaço é visível e o medo é de passar para a família e os colegas. (Foto: João Garrigó)

Com mais de 50 mil notificações só na cidade de São Paulo, o estado paulista vive uma epidemia de conjuntivite. Municípios do interior registram casos da doença desde o início de fevereiro. Escolas chegaram a suspender aulas. Para os sul-matogrossenses, o medo é de que o surto já tenha chegado.

Nos postos de saúde de Campo Grande o número de casos aumentou depois do Carnaval. Segundo a secretaria municipal de saúde, ainda não há situação de surto, mas a orientação é para evitar aglomeração de pessoas e lavar as mãos frequentemente.

De acordo com o secretário de saúde da Capital, Leandro Mazina, as pessoas que estiverem com a doença, devem evitar comparecer à aula, trabalho, e procurar imediatamente assistência médica.

“Não detectamos ainda um aumento significativo, como no interior de São Paulo, mas pode ser que apareça nos próximos dias. As pessoas se mudam, viajam e podem ter encontrado em contato. Na época de estiagem, a conjuntivite vem com mais força”, explica o secretário.

Para o médico oftalmologista Lauro Corsi Filho, o crescente número de casos foi constatado no mês de março, nas visitas ao consultório. O clima é o fator influente para a difusão da doença.

“Tem aumentado principalmente a conjuntivite virótica. A umidade, o calor e o clima facilitam a transmissão”, relata.

Foi de ontem para hoje que a funcionária pública Regina Jorge começou a sentir o incômodo dos sintomas da doença. Segundo ela, a transmissão pode ter ocorrido em casa, pela filha da secretária da família.

“Como ela estava com conjuntivite não pode ir à aula. Daí veio para cá. A minha secretária brinca que foi pelo medo que fiquei que acabei pegando”, conta.

Com o olho direito “doente”, ela não foi ao trabalho. Regina descreve que esta é a primeira vez que fica tão “feio” assim. O inchaço é visível e o medo é de passar para a família e os colegas.

“Estou lavando com água boricada e evitando cumprimentar e ter contato mais próximo com as pessoas” relata.

A secretaria municipal de saúde afirma que caso haja surto, medidas de praxe serão adotadas, como orientar à população até suspender aulas.

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