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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

15/01/2015 09:12

Suspeito de triplo homicídio é preso, mas comparsa está foragido

Luciana Brazil
Adolescente é encontrada morta também em plantação. (Foto: Sydnei Bronca)Adolescente é encontrada morta também em plantação. (Foto: Sydnei Bronca)
Carro das vítimas foi encontrado incendiado. (Foto: Dourados News)Carro das vítimas foi encontrado incendiado. (Foto: Dourados News)

Um dos envolvidos no triplo homicídio de Itaporã, a 227 quilômetros de Campo Grande, que vitimou um casal morador de Maracaju e uma adolescente de 14 anos, foi preso pela Polícia Civil. Claudio Ramires vai responder por duplo latrocínio e homicídio qualificado pela ocultação de cadáver. Outro suspeito, identificado como "Pepe", está foragido e será indiciado pelos mesmos crimes.

“Foram expedidos dois mandados de prisão, um foi cumprido, mas um dos suspeitos continua foragido”, disse o delegado titular de Itaporã, Ricardo Bernadinelli. Segundo ele, a dupla fazia parte de uma quadrilha de tráfico de drogas e roubo de carros e que já era investigada por outras delegacias.

De acordo com o site Dourados Agora, ao ser preso, Claudio confirmou que a adolescente Ana Lorena dos Santos encontrada morta no dia 30 de dezembro, em Itaporã, em uma uma plantação de soja, era usada como “isca” para atrair as vítimas.

Segundo a polícia, a adolescente era namorada do traficante "Pepe" e teria ajudado a quadrilha no crime do casal de Maracaju. Marco Antonio Duarte Landrin, de 39 anos, e Vilma Santana Toldato, de 33 anos, foram encontrados morto no 20 de dezembro. Eles teriam sido atraídos pela adolescente que pedia carona na rodovia de acesso ao distrito de Carumbé.

Marcos e Vilma desapareceram no dia 14 de dezembro, após deixarem Dourados com destino a Maracaju, onde moravam. O carro das vítimas foi encontrado incendiado, em um estrada vicinal, no distrito de Carumbé.

Já a adolescente sumiu no dia 28 de dezembro e era moradora de Itaporã. O corpo foi localizado em uma região conhecida como Canhadão, no dia 30 de dezembro. Segundo a Polícia Civil, ela falou a amigos que tinha participado do primeiro crime e deu nomes de alguns integrantes da quadrilha. O fato revoltou o bando e a adolescente acabou sendo morta, como queima de arquivo.

 

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