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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

14/12/2009 14:42

TJ julga amanhã recurso de acusada de matar ex-marido

Redação

A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça julga nesta terça-feira o recurso de Cynthia Carvalho Martins, contra a sentença de pronúncia que a manda a júri popular, pela morte do ex-marido, o empresário Alci Pedro Arantes.

O julgamento está marcado para as 14 horas. O advogado dela, Abadio Marques de Rezende, explica que a defesa entrou com recurso porque uma testemunha arrolada pela defesa não foi ouvida, havendo assim, segundo ele, cerceamento da ampla defesa.

Na mesma sessão seria julgado o recurso interposto por outro acusado do crime: o advogado Gilson Gomes da Costa. No entanto, houve pedido de adiamento do julgamento.

O advogado dele, René Siufi, explica que já tinha outro compromisso e então o pedido dele foi deferido. O julgamento do recurso de Gilson deve acontecer só em janeiro.

O procurador Paulo Alberto de Oliveira manifestou-se contra o deferimento dos recursos.

Cynthia é acusada de ser a mandante do assassinato, em conjunto com Gilson. Cynthia e Alci estavam em litígio. Ele descobriu que não era pai de um dos filhos do casal, o que foi confirmado por exame de DNA.

O crime aconteceu na frente da casa de Cynthia, quando Alci chegou para buscar os filhos para leva-los para a escola. Ele foi morto a tiros por dois homens em uma motocicleta, em outubro de 2006.

Dos seis acusados de envolvimento no crime, dois já foram condenados: João Batista Domingos, o João Quentura, foi condenado em maio deste ano a 16 anos de prisão. Já Carlos Vieira Gonsalez, de 31 anos, foi condenado a nove anos de prisão.

Carlos emprestou a motocicleta usada pelo executor, em troca de dinheiro. Ele sabia que o veículo seria utilizado em um homicídio. Além disso, após o crime, esperava pelos comparsas próximo ao local.

"João Quentura" é apontado como o intermediador entre os mandantes e os executores.

Ainda não há data para julgamento dos outros dois acusados, Carlos Ximenes Paiva e André Lima Silva, respectivamente, executor e piloto da moto usada na fuga. Eles também entraram com recurso contra a sentença de pronúncia.

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