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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

10/07/2015 21:47

Visita do Papa altera rotina na fronteira entre Brasil e Paraguai

Thiago de Souza e Paula Maciulevicius
Posto de Imigração,  em Pedro Juan Caballero decorado para atender católicos que foram ao Paraguai durante a visita do Papa Francisco.  (Foto: Paula Maciulevicius)Posto de Imigração, em Pedro Juan Caballero decorado para atender católicos que foram ao Paraguai durante a visita do Papa Francisco. (Foto: Paula Maciulevicius)

A visita do Papa Francisco ao Paraguai alterou a rotina do Posto de Imigração, em Pedro Juan Caballero. A movimentação no local é intensa, tanto de fieis brasileiros como de outros lugares, que vão ao país vizinho acompanhar a visita do Pontífice. A estimativa é de que cerca de 300 pessoas peçam autorização para atravessar a fronteira e chegar à capital Assunção.

De acordo com as informações do Posto de Imigração, cerca de 30 pessoas passam por ali diariamente. O local funciona das 7h às 19h. Porém, devido à grande procura, desde a quinta-feira (9) o setor trabalha 24 horas.

A decoração do local mostra que o povo paraguaio está entusiasmado com a vinda do Papa. De um lado, balões azuis e vermelhos, em referência às cores do Paraguai, e do outro balões amarelos e brancos, em razão da bandeira do Vaticano. Enquanto aguardam atendimento, turistas acompanham a cobertura incessante das atividades do Santo Padre no país.

A acadêmica de farmácia, Joana Arguero, 23 anos, saiu de Campo Grande e chegou as sete da noite desta sexta-feira (10) na fronteira. Ela ficou feliz pela passagem de Francisco pela América do Sul. “É bem mais fácil quando ele [O Papa] vem em um lugar próximo do Brasil. Sou muito crente e vim buscar a Deus”, relatou a estudante.

O Farmacêutivo Luiz Felipe Shimabukuro, 28 anos, disse se tratar de um momento emocionante. “É algo que não se vê todo dia. Querendo ou não, o Papa é um símbolo religioso”, afirmou.

A agenda de Francisco no país inclui reuniões com autoridades religiosas e políticas, representantes da sociedade civil e missas campais, como a que celebrará neste sábado no santuário Caacupé, a cerca de 50 km da capital. 

 

 

 



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