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Em Pauta

A vida em risco permanente por causa da covid persistente

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 19/06/2021 08:17
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

A OMS estima que cerca de 10% das pessoas infectadas por covid continuam apresentando sintomas 12 semanas depois do contágio, mas já há muitos casos que se prolongam um ano depois da infecção. Para muitos deles a vida não é igual.


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Três grandes grupos de covid persistente.

Os especialistas distinguem três grandes grupos com covid persistente: os que sofrem "dano orgânico", em sua maioria do tipo pulmonar, neurológico ou cardiovascular. O segundo grupo sofre com sintomas como cansaço, cefaleia, palpitações e falta de concentração, são pessoas que sofrem com sintomas, mas não há um dano orgânico visível. O terceiro grupo é bastante perigoso. É composto por aqueles que pensam que estão curados, saem da doença, festejam mas....o vírus está à espreita. Passados algumas semanas ou meses, o vírus que estava no corpo (chamo de estado de hibernação) , volta a aprontar, retoma as multiplicações aceleradas e o paciente retorna ao estágio de sentir muitos sintomas, como se tivesse covid pela primeira vez.


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Vacinar os covid persistentes?

A maior discussão que ocorre nos EUA e na Europa é se os covid persistentes devem ser vacinados. Há várias pesquisas sendo realizadas. Todas conduzem ao caminho da vacinação. Todavia, nenhuma foi finalizada e publicada em revista científica, internacionalmente aceita. Há um bom caminho a ser trilhado. Vacinar ou não vacinar, eis a questão.

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