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24/07/2018 08:51

Conheça os animais mais caros do mundo

Mário Sérgio Lorenzetto
Conheça os animais mais caros do mundo

Investimentos muito avultados, estes animais não estão ao alcance de qualquer carteira. Desde cavalos de competição, a experiências fruto da evolução das ciências, esses seres são raros e exclusivos no planeta. Conheça os animais mais caros do mundo e surpreenda-se com os valores.

Conheça os animais mais caros do mundo

Green Monkey - Cavalo de Competição - R$63 milhões.

Os cavalos são conhecidos por seu avultado custo, tanto de aquisição como de sustento, especialmente os destinados às competições. A venda mais cara registrou-se em 2006, quando o cavalo Green Monkey rompeu todos os recordes e foi vendido por R$63 milhões. O animal faleceu em maio passado.

Conheça os animais mais caros do mundo

Mastim Tibetano - R$8 milhões.

No mundo dos cães, esta raça asiática, é a mais cara do mundo, sendo considerada um simbolo de luxo e riqueza. Está relatado que, em sua origem, acompanhava os pastores nômades do Himalaia e serviam de guarda nos mosteiros budistas. Seu preço continua aumentando ano a ano.

Conheça os animais mais caros do mundo

Vaca Missy - R$4,7 mihão.

Missy é uma vaca, da raça Holstein, com três anos de idade. Em 2003 ganhou o prêmio de campeão do Western Fall National Show, um dos eventos animais mais importantes do mundo. Desde o resultado, muitos tentaram comprar Missy. Acabou vendida por quase cinco milhões de reais.

Conheça os animais mais caros do mundo

Cão Labrador Clonado - R$700 mil.

Os avanços da tecnologia permitem que atualmente a clonagem do seu animal de estimação seja uma realidade possível. Pelo menos para os muito ricos. Um casal britânico desembolsou R$700 mil pelo clone de seu amigo de quatro patas falecido.

Conheça os animais mais caros do mundo

Leão branco - R$470 mil.

Esta raça de leão albino só pode ser encontrada no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Estima-se que só existam aproximadamente 300 leões brancos no mundo. Este felino deslumbrante é considerado um símbolo de felicidade.

Conheça os animais mais caros do mundo

Macaco do Velho Mundo - R$200 mil.

A sua barba branca e a testa alaranjada deslumbram qualquer um. Esta espécie exótica da África Central pesa, em média, cinco quilos e é muito rara.

Conheça os animais mais caros do mundo

Gato Ashera - R$80 mil.

O que mais se destaca nesse gato não é apenas seu tamanho, mas também seu avultado custo. Pode pesar até 14 quilos e seu aspecto selvagem, lembrando um leopardo, em nada combina com sua calma e docilidade.

Conheça os animais mais caros do mundo

Tucano do Caribe e México - R$24 mil.

Esta ave pode ser encontrada em diferentes pontos da América Central e Caribe. É reconhecida pelo seu bico grande e multicolorido.

Conheça os animais mais caros do mundo

A luxuosa Burberry queimou tudo que não vendeu.

A empresa de luxo britânica Burberry destruiu todos os produtos que não conseguiu vender. E não o fez de qualquer forma: optou por queimá-los. Isso mesmo, ateou fogo nas vestes. Afirmam que a ideia é proteger a marca contra a pirataria - para que seus desenhos não sejam copiados - e para não vender a um preço inferior do que valem. Não liquidam, tocam fogo. Segundo os dados da empresa, os artigos estavam avaliados em mais de R$140 milhões. A Burberry reconheceu que queimou mais produtos do que o habitual, uma vez que tiveram de desfazer-se de uma grande quantidade de perfumes depois de terem firmado um novo acordo com a marca norte americana Coty. Em resumo, preferem o fogo a ver suas roupas, bolsas e perfumes nos corpos da classe média ou dos pobres.

Conheça os animais mais caros do mundo

Quando deixaremos de usar as cobaias?

Existe um projeto de lei federal que visa proibir o uso de animais em pesquisas de cosméticos. Na Europa e nos EUA avançam as proibições para o uso de cobaias em inúmeros segmentos de pesquisas usando cobaias. Foi só no século XVIII que se colocou em questão, pela primeira vez, se os animais sofriam. Hoje, há dois mundos em choque, os que defendem o uso das cobaias e os que não admitem a manutenção do sofrimento dos animais em laboratórios.
Para os primeiros, há quatro maravilhas na engenharia: a Estátua da Liberdade, o Big Ben, um pagode asiático e o camundongo da raça Black-6, de longe o mais usado em laboratórios. Foi Darwin o culpado do aumento desse uso de animais. Foi quem apontou a proximidade entre humanos e outros animais. A ideia de continuidade entre as diversas espécies, descrita por Darwin, impulsionou as pesquisas com bichos a partir do século XIX. Camundongos, cachorros, gatos e outros mamíferos passaram a serem usados em testes laboratoriais em grande escala. Todos querendo saber se certas substâncias serviriam aos humanos.
No Brasil, existe a Sociedade Brasileira de Ciência em Animais. O primeiro artigo de seu estatuto defende que "é primordial manter posturas de respeito ao animal, como ser vivo, e pela contribuição científica que ele proporciona". Mas não esquecem que os animais estão impossibilitados de se proteger das manobras experimentais e da dor.
Gatos já serviram a pesquisas sobre o sistema circulatório. Cães elucidaram dúvidas sobre o sistema urinário. Camundongos resolveram os problemas sobre a nossa respiração. É correto experimentar no animal o que moralmente não poderia ser experimentado no homem? Essa indagação vem crescendo, geração após geração....
O remédio para a dor de cabeça, a vacina contra a gripe, o repelente contra o mosquito, o soro para a picada de cobra. Todo remédio disponível no mercado - da pomada mais simples ao mais pesado quimioterápico - só chegou às prateleiras das farmácias porque foi testado, antes, em milhares de animais.
Bichos servem à ciência desde o século II, quando Galeno de Pérgamo, médico influente no Império Romano, passou a abrir porcos e macacos para entender o funcionamento dos órgãos. A dissecção era proibida. Continuo proibida pelos padres ao longo de toda a Idade Média. Foi só em 1864 que o médico francês Claude Bernard passou a defender a ideia de que o tratamento para as doenças humanas poderia ser encontrado em pesquisas com animais não humanos.
O mais recente avanço nesse embate vem de um método alternativo. É só aplicar o produto pesquisado em um conjunto de células dos animais não humanos e colocar em uma máquina para obter os resultados desejados. Mas há imensa resistência empresarial pelo aumento de custos dessa alternativa... Até quando?



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