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17/07/2018 09:50

Criar alternativas para cães cujos donos viajam

Mário Sérgio Lorenzetto
Criar alternativas para cães cujos donos viajam

Apesar da opinião generalizada que associa o maior número de abandonos de cães e de gatos com o início das férias, o certo é que os abandonos ocorrem por igual em todas as épocas do ano. Há inúmeras pesquisas mundiais que demonstram que os principais motivos são as proles indesejadas, os fatores econômicos, o comportamento do animal e a perda do interesse. Seja como for, o abandono tem relação direta com o fracasso em manter as obrigações e compromissos que implicam a convivência com os animaizinhos.

No Brasil, só existem alguns poucos (muitas vezes caros) hotéis para resolver o problema da viagem de seus donos. Na Europa e nos Estados Unidos há outras alternativas bem mais interessantes (e, por vezes, mais baratas). Todas essas opções têm como base as plataformas online. Algumas delas apenas servem de intermediárias entre os donos e os cuidadores dos cães e gatos que ficarão sozinhos e nada cobram pelo serviço - nesse caso, o acerto é livre entre cuidador e o dono do pet.

Outras escolhem os cuidadores, cobram pelos serviços e assumem as responsabilidades pelos cuidados que ocorrerão na residência do cuidador. Há, ainda, sites que colocam cuidadores à disposição dos interessados para que eles cuidem do pet no local onde os animais residem, se responsabilizarão pela alimentação, higiene e passeios ou até mesmo passarão alguns dias na residência onde vive o pet lhes fazendo companhia. Também existem cuidadores que levam os animais para suas residências.

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Cinto de segurança para cães e gatos.

Crianças não podem viajar em automóveis sem sistema de retenção próprio, mas para o transporte de animais de estimação, a tendência é deixá-los andar um pouco à solta. Isto é perigoso, tanto para o condutor como para os animais. Mas já há uma alternativa eficiente. O Rocketeer Pack é um cinto de segurança criado pela Zugopet que pode ser acoplado a um banco de automóvel, se ancorando no encosto de cabeça. Do outro lado, uma espécie de colete serve para segurar o cão pelo torso. Também é compatível com gatos.

A Zugopet não recomenda o cinto de segurança para animais com mais de 12 quilos de peso. Existem cinco tamanhos disponíveis - do Extra Small (animais com até 28 cm) ao Extra Large (48 cm) e esse cinto também pode ser usado para transportar o animal no colo. Ele está à venda no site da marca por US$175. Em viagens muito longas, diz a empresa, pode tornar-se progressivamente desconfortável. Mas é uma boa alternativa para o transporte dos pets.

Criar alternativas para cães cujos donos viajam
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A mordida do tubarão.

A imagem de uma prancha de surf mordida por um tubarão é um sinal de perigo no mundo. Todavia, o material de que é feita a prancha não faz parte do cardápio do tubarão. Os esqualos buscam pratos mais suculentos.

A principal lei do mar diz que peixe grande come peixe pequeno. A ciência mostra que os mares estão povoados por espécies pequenas. As grandes formam uma insignificante minoria.
Também é verdade que o mar forma hierarquias, ordem natural onde nos deparamos com a "aristocracia" dos peixes em seu mais alto escalão. Essa aristocracia tem no seu ponto mais alto o tubarão baleia, um bicho gigantesco que chega a 14 metros de comprimento. Se trata de um tubarão manso e amável. Nada a ver com outros de sua família, o tubarão baleia se alimenta de plâncton e os seres humanos não fazem parte de sua dieta. Os que atacam sem concessões são bem menores. E são abundantes nas profundezas marinhas. Mas não há porque se alarmar. Feito o balanço, o ser humano consome mais tubarão que o inverso.

Todavia, desde que Spielberg rodou seu filme, não há praia nem verão em que sua influência não esteja presente a cada vez que algum engraçadinho grita a palavra "tubarão ". Mas se não há porque ligar alarmes, o cuidado sempre deve estar presente. É importante salientar uma questão desconhecida: o filme de Spielberg está baseado na realidade. Em 1916, de fato existiu o conhecido "efeito pânico". Nos primeiros dias de julho de 1916, o litoral de New Jersey se encheram de veraneantes devido, por um lado, a uma fortíssima onda de calor e, por outro, às propriedades curativas daquelas águas. Acreditavam nesse poder. E havia uma epidemia de poliomielite que tinha matado e paralisado milhares de pessoas. Os que podiam, foram às praias. E encontraram muitos tubarões cheirando carne humana para seu menu.

Os pontiagudos dentes não fizeram diferença entre carne de mulher ou de criança. Ofereceram recompensas por cada tubarão morto e o então presidente dos EUA, woodrow Wilson, deu ordem de exterminar todos os tubarões do litoral de seu país. A dinamite e os rifles fizeram o serviço. Peter Benchley escreveu um livro sobre esse momento sanguinolento. Spielberg levou à tela esse livro.

Mas havia - e ainda há - um erro primário na concepção do que provoca o ataque do tubarão. Não é o cheiro, nem o movimento. É o som. Em 2004, o cientista Gerhard Wegner comprovou esse fato. A vibração que chega até os ouvidos dos tubarões - órgãos tão sensíveis que permitem captar sons em frequências baixas a longa distância - levam os tubarões a morder todo e qualquer objeto ou animal que emita sons. Assim, eles não mordem pranchas, mas se for um prancha com alguém em cima gritando.....



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